Missão em Portugal resulta em intercâmbio para estudantes na área de Ciências Aplicadas

O reitor do IFAL (Instituto Federal de Alagoas), Sérgio Teixeira, conclui, nesta quinta-feira (4), o roteiro de viagem à Portugal como integrante da delegação de 21 reitores dos institutos federais que representam o Conif em mais uma missão internacional.
Do dia 29 de setembro a 2 de outubro deste ano, os reitores participaram da 2ª Conferência da UAS (Universities of Aplied Science Network) ou Rede de Universidades de Ciências Aplicadas, evento que ocorreu no Instituto Politécnico de Bragança e que envolveu dirigentes instituições de ensino superior nesta área na Europa e de países dos cinco continentes.
Nesta quinta-feira, o reitor do IFAL e os reitores dos institutos federais do Amazonas, Sergipe, Maranhão e Sul-Rio-Grandense concluem o roteiro de visitas realizadas nos institutos politécnicos das cidades de Castelo Branco, Tomar e Leiria, onde conheceram o ensino nas áreas de Gestão, Estudos Industriais, Tecnologia, Arte e Design, Saúde, Educação, Ciências Empresariais, Ciências Agrárias e Turismo e Tecnologia do Mar.
O evento, apoiado pelo município de Bragança, foi organizado pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), pelo Instituto Politécnico de Bragança e pela UASnet, entidade composta pelos órgãos de representação de instituições de ensino superior politécnico europeias, entre as quais o CCISP, que visa, sobretudo, promover a contribuição do subsistema politécnico no desenvolvimento da estratégia de inovação e de investigação da União Europeia, tendo em vista o aumento da competitividade da mesma.
A 2ª Conferência de UASnet prosseguiu a missão de promover e fortalecer a integração e a contribuição do setor das Universidades de Ciências Aplicadas (UAS) com a estratégia de investigação e inovação na Europa, cujos temas foram “Definição/Perspectivas sobre o papel do sistema UAS”, “Investigação aplicada no sistema UAS” e “Internacionalização no sistema UAS”. Os representantes brasileiros participaram da conferência com o objetivo de fortalecer o intercâmbio cultural entre os institutos federais e os institutos politécnicos portugueses, inclusive no Programa Ciências Sem Fronteiras.
O evento ficou marcado pelo sucesso de conseguir reunir, em Bragança, representantes de todos os continentes (África do Sul, Canadá, Austrália, China e Macau também se fizeram representar), a fim de impulsionar um intercâmbio a nível mundial, mais do que Europeu, ficando Bragança como nome de um impulso à Internacionalização das Ciências Aplicadas.
No âmbito desta 2.ª Conferência, foi assinado um memorando entre a UASnet e o CONIF – Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Brasil) e em sua sequência, foram assinados mais dois Memorandos: entre o CCISP e o CONIF, representado pelo seu presidente, Denio Rebello Arantes, relativo ao reconhecimento mútuo do grau acadêmico e entre o CCISP e a CAPES – Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Brasil), representado pelo seu presidente Jorge Almeida Guimarães para a realização de intercâmbio de estudantes brasileiros em Portugal e que garantirá a realização da seleção dos candidatos, contemplando 1.500 estudantes de cursos tecnológicos, licenciaturas e engenharias. O programa será composto de um semestre letivo e mais três a quatro meses de estágio. A vinda para Portugal será no início de 2013.
Publicado em ‘IFAL‘.

Reitor do IFG assina acordos de cooperação com institutos politécnicos de Portugal

O reitor do Instituto Federal de Goiás (IFG), professor Paulo César Pereira, esteve em missão de trabalho em Portugal, na última semana, com o objetivo de participar do Congresso da Rede Europeia das Universidades de Ciências Aplicadas (2ª Conferência UASnet), realizado em Bragança. Durante a viagem, o Reitor também participou de visitas técnicas a institutos superiores politécnicos portugueses, onde assinou acordos de cooperação acadêmica.
“Durante a estadia em Portugal visitamos os institutos politécnicos de Bragança, Guarda, Viseu e Coimbra e assinamos acordos de cooperação acadêmica com os citados institutos e que permitirão a mobilidade de alunos e servidores na perspectiva de formação e desenvolvimento de pesquisas de forma conjunta”, destacou o Reitor.
A viagem a Portugal foi agendada pelo Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) junto ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos de Portugal (CCISP) e teve por objetivo promover a interlocução e articulação entre a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica Brasileira e a Rede Portuguesa.
“Esta ação contribuirá para nossa interação com o conhecimento desenvolvido não somente em Portugal, mas também em outros países da comunidade europeia”, ressaltou Paulo César Pereira ao fazer um balanço da visita a Portugal.
Com a assinatura dos acordos de cooperação entre o IFG e as instituições portuguesas, a expectativa é que, em breve, a Instituição possa estabelecer parceria para envio de seus alunos para temporada de estudos em Portugal.
Publicado em ‘IFG‘.

Cursos do IPB reconhecidos no Brasil

Os cursos ministrados no Instituto Politécnicos de Bragança vão passar a ser reconhecidos no Brasil.
O acordo entre os representantes dos politécnicos portugueses e brasileiros foi assinado, hoje, em Bragança.
O presidente do IPB, que também é presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, assegura que esta parceria é uma janela de oportunidades para os estudantes dos dois países. “Reconhecimento mútuo dos cursos tirados nos politécnicos portugueses e brasileiros, é um grande passo para os jovens portugueses encontrarem emprego no Brasil e para os estudantes brasileiros virem para Portugal”, realça Sobrinho Teixeira.
Sobrinho Teixeira garante que os politécnicos portugueses vão receber mais de 1500 alunos brasileiros por ano .“Foi um programa extremamente competitivo, onde diversos países, diversas universidades mundiais se posicionaram para receberem esses estudantes brasileiros e é um orgulho que os politécnicos portugueses tenham conseguido posicionar-se para receberem esses alunos”, enaltece o presidente do IPB.
Denio Arantes, presidente do Conselho Nacional das Instituições de Educação do Brasil, sublinha que não há barreiras entre os dois países. “Portugal é um país que tem uma cultura muito próxima, não tem barreira da língua e penso que o sentimento de estranheza que um aluno tem quando vai para o exterior diminui muito ao pensar em ir para Portugal”, constata o responsável. A assinatura dos acordos entre os representantes dos politécnicos dos dois países foi presidida pelo ministro da Educação, Nuno Crato.
Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Politécnicos portugueses recebem 1.500 estudantes brasileiros

Os institutos politécnicos portugueses vão acolher anualmente mais de 1.500 estudantes brasileiros no âmbito de um protocolo celebrado hoje, em Bragança, entre instituições do ensino superior dos dois países.
A parceria resulta da aposta do Governo brasileiro em qualificar os jovens, proporcionando-lhes o conhecimento de outras realidades de ensino, através do programa “Ciências sem Fronteira”.
Os politécnicos portugueses concorreram com instituições de diversos países e conseguiram entrar nesta parceria, recebendo anualmente, em Portugal, mais de 1.500 estudantes brasileiros, segundo explicou Sobrinho Teixeira, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP).
“Eu acho que é vitória para nós e também para o próprio país, que consegue ter este dinamismo”, vincou.
O homólogo brasileiro, Dénio Rebelo Arantes, presidente do CONIF, Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, enquadrou esta parceria na aposta que o Brasil está a fazer na expansão da rede de institutos federais que “eram pouco mais de 140 e hoje são cerca de 470”.
O governo brasileiro entende, segundo aquele responsável, que “para qualificar a sua educação é preciso conhecer o que acontece na educação no resto do mundo para poder aproveitar aquilo que tem de melhor”.
“O ‘Ciências sem Fronteira’ é um programa bastante ambicioso, porque não quer apenas aprender com o mundo, mas trocar pessoas, culturas e permitir que o país avance de forma significativa na ciência, na tecnologia, e na educação”, acrescentou.
Portugal foi um dos países escolhidos para esta “troca” pela proximidade cultural.
“Não tem a barreira da língua e eu tenho certeza que aquele sentimento de estranheza que o aluno tem, o receio de ir para o exterior, diminui muito ao pensar em vir para Portugal”, afirmou.
O Brasil também vai receber alunos portugueses, no âmbito desta parceria, mas o processo ainda está em preparação.
As instituições de ambos os países assinaram ainda, em Bragança, um outro protocolo “tendente a um reconhecimento mútuo dos cursos tirados nos politécnicos portugueses e nos politécnicos brasileiros”.
“É um grande passo para um aprofundamento, por um lado da lusofonia, por outro lado também para uma facilitação dos jovens portugueses encontrarem emprego no Brasil e dos jovens brasileiros encontrarem também empregos em Portugal”, considerou o presidente do CCISP.
Sobrinho Teixeira é também presidente do Instituto Politécnico de Bragança, o anfitrião da segunda conferência internacional de Universidades de Ciências aplicadas, que terminou hoje, na cidade transmontana.
O encontro, que juntou representantes de instituições de vários países do mundo, serviu para discutir o papel destas instituições, equivalentes aos politécnicos portugueses, e que, nalguns países da Europa, são já responsáveis por “dois terços” dos estudantes do ensino superior, segundo a organização.
Publicado em ‘i‘.

IPB acolhe Conferência de Universidades de Ciências Aplicadas

O Instituto Politécnico de Bragança recebe até amanhã a segunda Conferência de Universidades de Ciências Aplicadas.
Este encontro junta instituições de ensino superior de todo o mundo. Para o presidente do IPB, a realização desta conferência em Bragança é uma oportunidade de afirmação internacional para o IPB. “A primeira conferência foi no ano passado na Finlândia. Trazer este encontro para Portugal já foi um esforço enorme, conseguir realizá-lo em Bragança é um reconhecimento dos politécnicos portugueses e da rede de Universidades de Ciência Aplicadas, sendo mais um passo para a afirmação internacional do IPB”, afirma Sobrinho Teixeira, acrescentando que “esta montra nos vai trazer oportunidades ao nível da investigação pois podemos ser seleccionados para futuros projectos de investigação”.
Amanhã vão ser assinados dois protocolos. Um visa o reconhecimento de licenciaturas entre Portugal e o Brasil e outro prevê a vinda de seis mil estudantes para Portugal, nos próximos quatro anos.
“Num deles o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) e o Conselho Brasileiro das Instituições da Rede Federal das Educação Profissional, Cientifica e Tecnológica comprometem-se a reconhecer mutuamente cursos sendo que isso é determinante para a empregabilidade”, revela Sobrinho Teixeira.
O outro “é no âmbito do programa Ciência Sem Fronteira em que o CCISP conseguiu que venham para os diversos politécnicos de Portugal 1500 alunos por ano, num programa de quatro anos”.
Amanhã, a sessão de encerramento desta conferência deverá contar com a presença do ministro da Educação, Nuno Crato.
Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

UEM realiza curso da Escola de Altos Estudos

A Universidade Estadual de Maringá está realizando curso da Escola de Altos Estudos, que é uma iniciativa da Capes para fomentar a cooperação acadêmica e o intercâmbio internacional em cursos e programas de pós-graduação stricto sensu de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Seu objetivo é trazer professores e pesquisadores estrangeiros de elevado conceito internacional para a realização de cursos monográficos, a fim de fortalecer, ampliar e qualificar os programas de pós-graduação de instituições brasileiras.
O curso na UEM, coordenado pelo professor Francisco de Assis Macedo, está sendo ministrado pelo professor Alfredo Teixeira, da Universidade de Bragança, de Portugal. Iniciado nesta segunda-feira, dia 13, prossegue até 8 de setembro, com aulas teóricas e práticas. O curso enfoca a metodologia de avaliação de carcaças de ovinos e caprinos, tendo a ultrassonografia como tema principal.
O Programa Escola de Altos Estudos é financiado pela Capes para cursos de pós-graduação de excelência, ou seja, com conceitos 6 e 7. Além de alunos do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da UEM, o curso está recebendo pós-graduandos em Zootecnia de outras universidades do Paraná, São Paulo e Bahia. Os créditos da Escola de Altos Estudos valerão para os programas de pós-graduação.
Publicado em ‘UEM‘.

IPB lança ensino à distância com o Brasil

Tirar um curso superior à distância no Instituto Politécnico de Bragança vai ser possível a partir de Setembro do próximo ano. A instituição de ensino superior já formalizou um acordo de cooperação com o Instituto Federal de Rio Grande do Sul, no Brasil, para avançar com um curso à distância na área do Ensino Básico. Nesta fase inicial vão abrir 120 vagas. O presidente do IPB diz que este é o primeiro passo para alargar o ensino da instituição através da exportação do conhecimento para os países lusófonos. “Existe já um projecto com o Instituto Federal do Rio Grande do Sul no sentido de se fazer aqui uma dupla titulação em ensino à distância na área do Ensino Básico e nesse aspecto podemos aproveitar aquilo que vai ser o esforço para qualificar em Portugal, dentro de uma visão de podermos exportar o nosso sistema de ensino e ser um sector exportador do próprio sistema nacional e fazer parte da diplomacia económica do Estado português”, acrescenta o presidente do IPB.Os cursos à distância são certificados e facilitam a transmissão de conhecimentos entre professores e alunos que se encontram em países diferentes. No entanto, Sobrinho Teixeira explica que também é necessário haver um intercâmbio entre docentes e estudantes para esta modalidade de ensino funcionar.“Haverá depois também um reconhecimento da titulação, quer lá, quer cá. O ensino à distância também tem uma parte presencial, e portanto prevê também a deslocação de alguns professores de Portugal ao Brasil e também a vinda de alguns alunos aqui. Porque o ensino à distância precisa de uma componente presencial para poder funcionar”, realça Sobrinho Teixeira.A nível nacional há também um projecto entre os politécnicos portugueses para o ensino à distância, de forma a rentabilizar recursos. O arranque desta parceria entre instituições estava previsto também para Setembro de 2012, mas depende agora de uma nova avaliação do Governo.“Existe um projecto de ensino à distância que nós iremos avaliar com a nova equipa governativa. Existia um projecto que previa um consórcio entre os institutos politécnicos que previa a utilização de uma plataforma comum para todos, num sistema de aproveitamento de recursos. E haveria uma associação entre três a quatro institutos para se poderem ministrar os cursos”, explica o presidente do IPB.

Enquanto não há uma decisão da parte dos responsáveis da pasta do Ensino Superior, o IPB vai arrancar com cursos direccionados para alunos brasileiros, no próximo ano.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.