Exibido em ‘SIC‘.
Mês: Novembro 2011
Paulo Futre no Congresso de Economia e Gestão
O tema central do evento é “À Procura de Soluções… Atitude para o Amanhã”. A iniciativa não é restrita, apenas, a estudantes de todo o País, mas também está aberta à comunidade em geral.
No CNEEG vão ser abordadas temáticas económicas e empresariais e vão estar presentes diversos especialistas e personalidades mediáticas dos mais variantes quadrantes, como o futebolista Paulo Futre, o coach de alta performance Ricardo Peixe, ou o especialista em negócios internacionais Manuel Portugal.
Apoiado pelo Instituto Politécnico de Bragança, pelo Núcleo de Estudantes de Gestão de Bragança e pela Comissão do Curso de Gestão, o congresso vai decorrer no auditório da Escola Superior de Tecnologia e de Gestão.
As inscrições podem ser feitas através do e-mail da organização xiiicneegbraganca2011@hotmail.com, estando disponíveis mais informações no sítio do congresso em http://xiiicneegbraganca2011.wordpress.com.
Publicado em ‘Jornal Nordeste‘.
Baldes e Capas Negras
Batismo dos Caloiros do IPB
Exibido em ‘LocalvisãoTV‘.
IPB vai perder 1,7 milhões do seu orçamento mas não vai haver aumento de propinas
“O corte foi igual para todas as instituições. Percebemos o esforço que temos de fazer, mas não podemos pagar todos por igual se fazemos esforços diferentes. Não há nada do memorando da Troika que indique cortes no Ensino Superior. Não podem ser aqueles que já estão dentro dos parâmetros de eficácia e eficiência a pagar o mesmo que outros serviços da Administração Pública que não têm os mesmos níveis de eficácia”, frisa.
Sobrinho Teixeira entende que essa diferenciação deve ser feita no orçamento de estado de 2013. Para já, as primeiras conversações entre os Institutos Politécnicos e Governo já deram frutos.
“Havia a necessidade de constituição de uma reserva de 2,5 por cento e apenas o Ensino Superior fica isento. Até porque não há uma única instituição de Ensino Superior que tenha défice. Também não vai haver cativação de verbas próprias”, explicou.
A salvo estarão também os saldos afectos a projectos, como o programa Erasmus.
Mas devido ao corte de quase dois milhões no orçamento de 2012, que nos últimos anos chegava aos 25 milhões, o IPB terá de encontrar algumas formas de poupar. E Sobrinho Teixeira até já sabe quais.
“É possível fazermos algum redesenho da nossa rede de formação, que até pode trazer um aumento do número de alunos. Mas só poderá ser feito a partir de Setembro. E terá de haver alguma redução nos serviços de limpeza, segurança, haver maior sensibilização para a poupança de energia e alguma redução ao nível de docentes contratados.”
No entanto, pelo menos para já, não haverá aumento de propinas.
Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.
Jovens Investigadores
Mestrandos do IPB apresentam projetos
Exibido em ‘LocalvisãoTV‘.
Sobrinho Teixeira defende mais qualificação para aumentar produtividade
Sobrinho Teixeira falava na sessão de abertura das I Jornadas de Jovens Investigadores da Escola Superior Agrária.
“O país só pode aumentar a sua competitividade externa ou aumentado o horário de trabalho para produzir mais coisas em mais tempo ou aumentando a qualificação dos portugueses para criar mais coisas no mesmo tempo. Esse é que deve ser o caminho”, defendeu.
As jornadas, que arrancaram esta manhã e se prolongam pelo dia de sábado, vão juntar vários investigadores com trabalhos em vários cursos de mestrado, da biotecnologia à qualidade e segurança ambiental e alimentar, passando pela ciência animal e gestão dos recursos florestais.
Para Sobrinho Teixeira, estas jornadas ajudam os alunos de mestrado a treinarem as apresentações dos seus trabalhos e teses, mas não só.
“O segundo objectivo é introduzir nos jovens esta apetência pela investigação e inovação. Isto de que a investigação é uma coisa hermética que só serve para que alguns só podem fazer coisas para que os outros não entendam queremos que não passe aqui mas apostar na ideia de que os alunos têm de ter no mercado de trabalho para aumentar a competitividade.”
Para além disso, permite a troca de conhecimento, que pode dar origem a novas descobertas, em vez de cada um guardar as suas investigações para si próprio.
Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.
Baile de Gala Solidário
ESTIG promove praxe solidéria
Exibido em ‘LocalvisãoTV‘.
Biblioteca Digital do IPB com milhares de acessos
Repositório Científico tem disponíveis 5203 documentos e é muito procurado
Actualmente estão disponíveis 5203 documentos, 95 por cento são de livre acesso através da Internet. Números que lhe permitem estar na quinta posição do ranking das instituições portuguesas que dispõem deste serviço. “Temos bastante produção científica, o que se fica a dever a diversas atitudes tomadas pelo IPB, nomeadamente à definição da política que estimula o auto-arquivo e desde 2011 à obrigatoriedade de depositar a informação para o docentes poderem ser avaliados através do repositório”, explicou Clarisse Pais. Os trabalhos de investigação realizados no IPB estão agora acessíveis em toda a parte, e mesmo os documentos com acesso restrito podem ser consultados pedindo uma autorização. “A receptividade é muito boa. Desde 2009 são muitos milhares de acessos”, acrescentou a responsável.
Esta procura traduz-se em “bons resultados na qualidade de investigação” para o IPB, atestou Félix de Moya Anegón – CSIC – Agencia Estatal Consejo Superior de Investigaciones Científica, um dos oradores na conferência. “Entre 2003 e 2009 foi feita muita investigação, mas o mais importante é a sua qualidade, e que pode ser verificada através do impacto que tem em outras investigações posteriores”, referiu. A mudança de mentalidade dos investigadores com o Open Acess é um dos aspectos mais importantes que esta ferramenta permitiu, defendeu Feliz de Moya Anegón, “porque pela primeira vez o acesso à informação é aberto e livre”, frisou. Também mudaram as práticas de acesso por parte de alguns investigadores e dos consumidores de investigação científica, “que agora antes de procurar informação em plataformas pagas vão buscá-la em plataformas abertas”, observou.
O mais antigo repositório nacional é do da Universidade do Minho, que “funciona muito bem”, assegurou Eloy Rodrigues, que considera que o serviço tem contribuído para dar visibilidade à instituição. O depósito de trabalhos está a aumentar, ainda que tenha existido uma inércia inicial, “mas quando começam a ver a utilização que os seus trabalhos têm no repositório começam a ganhar esse hábito e é criado um círculo virtuoso”.
Publicado em ‘Mensageiro Bragança‘.
Director do IPB reclama programa para a castanha
Quer que seja idêntico ao que lançou o vinho além fronteiras
A região de Trás-os-Montes é responsável por 85 por cento da produção nacional de castanha e o IPB é uma das entidades académicas que se dedica à investigação no sector e que organiza anualmente o fórum de países produtores, como o que decorreu hoje, em Bragança, integrada na feira Norcastanha.
O presidente do instituto defendeu a criação de um programa transversal a toda fileira da castanha, desde a produção, à investigação e comercialização para potenciar este produto, nomeadamente nos mercados externos.
Sobrinho Teixeira lembrou que “há meia dezena de anos foi feito o mesmo com o vinho, que parecia condenado ao insucesso face à concorrência de economias emergentes na área, como a Austrália, o Chile, a África do Sul”.
“Tivemos um programa RURIS, específico para o aumento da produção do vinha, começamos a nível da área de formação, as instituições de ensino superior começaram a fazer enólogos, controlou-se também todo o sistema de produção e das próprias pragas, e partir daí, aquilo que se julga que é o mais difícil, a comercialização, acabou por ser o mais fácil”, recordou.
Conjugar esforços
O académico defende um programa idêntico para a castanha e acredita que “com uma grande conjugação de esforços é possível dar a mesma pujança nacional e internacional” à castanha.
Para esse objectivo entende que devem ser também alterados os critérios de financiamento da investigação, passando a ser atribuídas verbas ao fim da investigação e não ao mérito das equipas concorrentes.
Para Sobrinho Teixeira, este impulso tem de ser feito “por quem gere os destinos de Portugal nesse nível” e teve a oportunidade de transmitir a ideia ao secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural.
Daniel Campelo sublinhou, no encerramento do fórum sobre o sector, que “a castanha é um dos grande produtos que o país tem e que tem identificado um mercado potencial de crescimento, quer na plantação de novos soutos, quer no aproveitamento do que já existe com mais valor acrescentado”.
Transformar em Portugal
Para o governante esse objetivo será alcançado se o produto “for transformado em Portugal” e menos nos países importadores que depois transformam e vendem a castanha portuguesa noutros mercados.
O governante considerou que a região de Trás-os-Montes e nomeadamente Bragança “estão no caminho certo com os produtores, a comunidade científica e a indústria a trabalharem em conjunto”.
Garantiu ainda que o Governo assegurará instrumentos financeiros de estímulo, mas considerou que “há muitos investimento que são rentáveis sem apoio”.
“Os apoios deverão servir sobretudo para alavancar uma modernização do sector agrícola e eventualmente estimular o aparecimento de sectores necessários e que são mais frágeis”, afirmou.
Publicado em ‘CiênciaHoje‘.
