17.ª conferência anual já começou
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17.ª conferência anual já começou
Segundo o membro da direcção da ERMA e também director adjunto do Instituto Gulbenkian de Ciência José Mário Leite, disse que o evento, trará nos próximos três dias à região trasmontana mais de 300 gestores e decisores de topo da área da ciência de todo o mundo, responsáveis pela gestão dos fundos atribuídos às áreas científicas e desenvolvimento pelos Programas Quadro.
“ A capacidade hoteleira de Bragança está esgotada, estas pessoas têm poder de compra e escolhem o que de melhor tem a região transmontana”, acrescentou José Mário Leite.
Esta associação de administradores e gestores de ciência conta com mais de 300 membros individuais e 80 membros institucionais, ligados a uma rede científica em toda a Europa.
O Congresso vai decorrer nos” campus” académico do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) e será uma mais valia para todo o distrito de Bragança, tanto a nível científico como turístico e detém já o recorde de inscritos no seio destas conferências.
“Estamos numa altura em que a saída da crise passa pelo investimento na ciência, a conferência de Bragança acontece na altura ideal”, acrescentou José Mário leite.
Além dos participantes europeus haverá membros vindo dos Estados Unidos, China, Qatar, Brasil, África do Sul, Arábia Saudita e Coreia do Sul.
Nesta conferência anual, vão estar em discussão a gestão dos dinheiros públicos em ciência e antever oitavo quadro comunitário de apoio que os gestores e administradores desta área acreditam vai trazer um aumento do investimento em ciência na ordem dos cem mil milhões de euros
A cidade de Bragança ganhou a organização da conferência a cidades europeias com Dublin e Viena de Áustria contando a iniciativa com o apoio da Câmara de Bragança e IPB.
Publicado em ‘RBA‘.
Pensar políticas de desenvolvimento em debate europeu
Jornadas dietéticas promovem saúde
Ritmos latinos assinalam fim de ano letivo
Publicado em ‘Público‘.
A assinatura do protocolo está integrada no II Encontro Europeu da Castanha. José Laranjo, investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, explica os objectivos:
“É um protocolo de cooperação entre agentes portugueses ligados à castanha, desde a investigação à produção, aos prestadores de serviços. É uma rede que pretende criar sinergias entre todos e relações de confiança. Acreditamos que, no final, a soma global deles todos juntos é superior à deles separados”.
O enquadramento da castanha na Política Agrícola Comum também é motivo de debate do encontro que termina amanhã, em Bragança.
“A castanha é um fruto que nem é fruto seco nem é dos outros, está ali no meio. Nem aparece num lado nem no outro e nós estamos muito preocupados com o futuro da castanha em termos na nova reforma da PAC, porque nós entendemos, atendendo às características da castanha, ao tipo de solos e regiões, que devia estar na classe dos frutos de casca rija. Temos aqui [no encontro] os colegas franceses e espanhóis que também estão muito empenhados em que assim seja”.
O encontro que termina esta tarde é organizado pelo IPB a par com a UTAD, a Sortegel e a Arborea e conta com um total de 250 participantes.
Publicado em ‘RBA‘.
I Fórum Ciência – a realidade da pessoa idosa
5 milhões de euros para permitir a mobilidade de um maior número de alunos no espaço lusófono
Na óptica de Sobrinho Teixeira, se houver uma partilha de custos entre as instituições de ensino superior é possível incluir os alunos com menos recursos financeiros nestes programas de partilha de conhecimentos. “Penso que se nós tivermos imaginação, o financiamento é só parte do problema. No programa que Bragança iniciou há um sistema de custos partilhados, em que a instituição de acolhimento e a instituição de envio acordam entre si garantir a acomodação e o alojamento dos alunos e o aluno terá que custear a viagem, que pode ser financiada”, explica o responsável.
Para a alargar a mobilidade a um maior número de alunos, a AULP está a delinear um programa, com uma verba estimada de 5 milhões de euros, para facilitar o intercâmbio de alunos no espaço lusófono.
O ainda Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, esteve presente na cerimónia de abertura deste encontro e durante a sua intervenção disse mesmo que há instituições de ensino superior que não estão preparadas para dar resposta às solicitações de mobilidade de milhões de jovens. À saída o governante recusou prestar declarações aos jornalistas.
O encontro da AULP encerrou na passada quarta-feira sem a presença do ex-presidente da república de Moçambique, Joaquim Chissano, que não conseguiu estar em Bragança devido a compromissos profissionais.
Publicado em ‘Jornal Nordeste‘.