Mandarim leccionado no IPB

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) vai leccionar aulas de mandarim já no próximo ano lectivo.
Este projecto surge na sequência das relações do IPB com o Oriente, que teve início com a vinda de 24 alunos chineses para Bragança, há cerca de um ano.
O presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, sublinha que o Politécnico vai receber agora um Centro de Estudos Orientais, que deverá ser inaugurado em Outubro do próximo ano.
“Ficou já aqui estabelecido que irá ser constituído aqui um Centro de Língua Chinesa. Iremos ter também aqui uma professora de Macau que irá leccionar aos alunos de Línguas e Relações Internacionais na Escola de Educação de Bragança e aos cursos de Turismo na Escola de Mirandela”, realça o presidente IPB.
A introdução do mandarim nos planos de estudos de alguns cursos vai enriquecer os currículos dos alunos. Sobrinho Teixeira garante que esta é uma forma de alargar o leque de oportunidades de emprego para os profissionais formados pelo IPB. Sobrinho Teixeira salienta que o Centro de Língua Chinesa vai ser aberto à comunidade e servirá toda a região Norte.
O Centro de Estudos Orientais vai ficar sedeado no IPB e tem inauguração marcada para Outubro do próximo ano.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Instituto Politécnico de Bragança aposta nas relações com o Oriente

Depois de terem chegado ao IPB, em Setembro passado, 24 alunos da Universidade de Nanjin, para estudarem a Língua Portuguesa, agora o intercâmbio alarga-se a mais quatro universidades da República Popular da China. No próximo mês de Setembro, o número de alunos deverá subir para perto de 80 e em 2013 deverá chegar aos 300. Na Última Hora fomos perceber como está a decorrer esta experiência.
Uma situação que o presidente do Politécnico atribui ao interesse, dos orientais, pela Língua Portuguesa e pelas oportunidades que o mundo da lusofonia pode oferecer. Esta ligação à Ásia será selada também com abertura de um Centro de Estudos Orientais, que ficará sediado em Bragança e servirá todo o norte do País.

Publicado em ‘TSF‘.

Estudantes chineses já chegaram ao IPB

Ainda não vêm charters de chineses, como previu Paulo Futre, mas a partir deste novo ano lectivo, o Instituto Politécnico de Bragança acolhe 24 estudantes de uma universidade chinesa.Vão ficar por Bragança durante um ano, para aprender português. São 24 alunos que há uma semana chegaram a Bragança para um ano de aulas de português no Instituto Politécnico de Bragança. Para melhor se adaptarem, escolheram todos um nome português. Neste caso, olá Olívio.“Para nós é um pouco difícil aprender a falar português, mas depois de um ano de estudo acho que já é mais fácil” considera.O grupo já teve dois anos de aulas teóricas de português, na China, na universidade de Nanjing. O objectivo é abrir melhores perspectivas de emprego.“Na China um estudante de Português pode procurar um bom trabalho bem como em Angola e em Macau” refere.Para Cármen, a professora chinesa encarregue de acompanhar o grupo, a língua portuguesa apresenta muitas dificuldades principalmente “de conjugação porque a língua chinesa não tem conjugação. Têm de memorizar muitas formas dos verbos”.Este é um projecto pioneiro do IPB, que vai permitir também a alunos portugueses terem aulas de chinês. Para o presidente do IPB este intercâmbio e, sobretudo, a possibilidade de os alunos portugueses aprenderem chinês, vai abrir portas no emprego.“Isso vai representar uma mais-valia para os alunos que o frequentarem porque sendo uma potência emergente como é a China, os empregadores olharão sempre de uma forma positiva para quem tenha alguns conhecimentos de língua chinesa” refere Sobrinho Teixeira.

Para além deste protocolo, o IPB também vai ter um intercâmbio com a universidade de Zuhai, perto de Macau, que vai permitir enviar alunos portugueses para um ano na China, obtendo um diploma da língua.
Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Chineses vêm estudar para o IPB

Vão vir Charters diria o Futre

Um grupo de 25 estudantes chineses vai frequentar, a partir deste mês, o Instituto Politécnico de Bragança.São alunos da Universidade de Nanjing que frequentam uma licenciatura de Português e vão passar aqui um ano para treinar a língua. “Os cursos de licenciaturas deles são de quatro anos e o terceiro ano, eles fazem num país de língua oficial portuguesa para treinarem o Português” explica a directora da Escola Superior de Educação. “Neste caso escolheram o Politécnico de Bragança. Vão chegar em Setembro e vão estar cá até Julho de 2012 a fazer a formação” acrescenta, referindo ainda que “vão frequentar unidades curriculares de dois dos nossos cursos de licenciaturas que são a Educação Básica e Línguas e Relações Internacionais porque são os que têm mais unidades curriculares na área da língua e cultura portuguesa”. Conceição Martins congratula-se pela escolha do IPB para a formação destes alunos.“Para nós foi bastante bom porque com o esforço de internacionalização a nível de todo o politécnico, em várias áreas, interessa-nos a China porque está em expansão em termos do domínio do Português, não só pela presença que tínhamos em Macau, mas também pelo interesse crescente da China em falar Português, não só para virem para Portugal mas também para os países de língua oficial portuguesa” afirma. “Foi com muito agrado que soubemos que eles tinham escolhido o Politécnico de Bragança quer pela qualidade de formação que lhes demonstrámos mas também pela cidade” salienta. Através desta parceria, espera-se depois estabelecer mais contactos com o ensino superior da China.“Em relação a esta universidade e a este curso, nós esperamos que a situação se vá mantendo para anos seguintes” refere. Amém disso. “Com esta experiência nós poderemos alargar para outras universidades até porque um dos professores que fez os contactos iniciais é português mas reside e trabalha em Macau” acrescenta. O grupo de estudantes deve chegar em breve e por cá vai ficar durante um ano lectivo.
Publicado em ‘Diário de Trás-os-Montes‘.

Estudantes do IPB partem para Macau

Quatro jovens estudantes de Bragança já estão em território chinês para estudar durante um semestre

Os primeiros estudantes portugueses que vão usufruir do protocolo de intercâmbio com uma universidade de Macau já estão em território chinês. O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos Portugueses (CCISP) estabeleceu um protocolo de intercâmbio de estudantes e professores, com o Instituto Politécnico de Macau, semelhante ao Programa Europeu ERASMUS. Ao abrigo deste protocolo, os estudantes portugueses e chineses, poderão estudar por um semestre em Macau e Portugal, respectivamente, com pleno reconhecimento dos estudos efectuados e, com alimentação e alojamento suportadas pela Instituição de acolhimento.

Os primeiros alunos a usufruírem deste protocolo partiram ontem, dia 23 de Agosto, para realizarem um semestre de estudos no IPMAcau. Fora 14, os jovens que partiram do aeroporto da Portela, em Lisboa e que regressarão no dia 10 de Janeiro de 2012, pertencentes aos Politécnicos de Bragança (4), Castelo Branco (4), Guarda (2), Leiria (2) e Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (2).

No 2º semestre deste mesmo ano lectivo de 2011/2012 os Politécnicos Portugueses receberão os primeiros estudantes chineses ao abrigo do protocolo e, mais alunos portugueses participarão deste intercâmbio.

Publicado em ‘Mensageiro Bragança‘.

IPB alarga programas de mobilidade para Macau

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) vai alargar os programas de mobilidade de alunos e professores com a formalização de mais uma parceria com o Politécnico de Macau.
A informação foi avançada pelo presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, na passada terça-feira, durante a abertura do 21º Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP), que decorreu em Bragança.
O responsável lembrou que a capital de distrito já recebe 900 alunos estrangeiros, ao abrigo de acordos de mobilidade estabelecidos entre instituições de ensino superior lusófonas.
“O IPB foi pioneiro num programa, que sem financiamento, consegue ter neste momento uma centena de alunos com grande incidência nas universidades federais brasileiras”, realça o presidente do IPB.
A partir do próximo ano, o Politécnico abre as portas a alunos de Macau e proporciona aos alunos portugueses entrarem em contacto com uma realidade diferente. Esta parceria vai possibilitar a mobilidade de cerca de cem alunos numa filosofia de partilha de custos entre os dois países.
O financiamento dos programas de mobilidade foi uma das questões que esteve em cima da mesa durante este encontro, que reuniu professores e investigadores lusófonos de quatro continentes.

5 milhões de euros para permitir a mobilidade de um maior número de alunos no espaço lusófono

Na óptica de Sobrinho Teixeira, se houver uma partilha de custos entre as instituições de ensino superior é possível incluir os alunos com menos recursos financeiros nestes programas de partilha de conhecimentos. “Penso que se nós tivermos imaginação, o financiamento é só parte do problema. No programa que Bragança iniciou há um sistema de custos partilhados, em que a instituição de acolhimento e a instituição de envio acordam entre si garantir a acomodação e o alojamento dos alunos e o aluno terá que custear a viagem, que pode ser financiada”, explica o responsável.
Para a alargar a mobilidade a um maior número de alunos, a AULP está a delinear um programa, com uma verba estimada de 5 milhões de euros, para facilitar o intercâmbio de alunos no espaço lusófono.
O ainda Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, esteve presente na cerimónia de abertura deste encontro e durante a sua intervenção disse mesmo que há instituições de ensino superior que não estão preparadas para dar resposta às solicitações de mobilidade de milhões de jovens. À saída o governante recusou prestar declarações aos jornalistas.
O encontro da AULP encerrou na passada quarta-feira sem a presença do ex-presidente da república de Moçambique, Joaquim Chissano, que não conseguiu estar em Bragança devido a compromissos profissionais.
Publicado em ‘Jornal Nordeste‘.

Universidades de língua portuguesa vão criar “erasmus lusófono” para estudantes e professores

As instituições de ensino superior dos países lusófonos estão a estudar a criação de um programa de mobilidade que deverá ficar definido no XXI encontro da Associação de Universidades de Língua Portuguesa (AULP) que começou hoje, em Bragança.

Mais de 400 académicos dos oito países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e da região de Macau estão reunidos, durante quatro dias, no Nordeste Transmontano, para discutirem novas formas de cooperação.

A ideia da criação de um programa que seja uma espécie de “erasmus lusófono” já vem de encontros anteriores e o presidente da AULP, Clélio Diniz Campolina, espera reunir agora condições para avançar.

Alguns dos países da CPLP já têm individualmente programas de mobilidade, mas a ideia da AULP é “ampliar e incentivar o intercâmbio que já existe” com uma acção concertada.

Segundo aquele responsável, o programa envolverá recursos financeiros na ordem dos cinco milhões de euros para apoiar a mobilidade de 1500 estudantes e professores, em cinco anos.

No Brasil estão reunidos os apoios necessários, porém o presidente da AULP admitiu que esta “é uma negociação complexa porque são oito países mais a região administrativa de Macau. É um esforço de convergência”.

Alguns países têm mais dificuldade financeira, segundo disse, nomeadamente Timor-Leste e alguns países africanos que, defendeu, “deveriam receber um apoio maior”.

Clélio Diniz Campolina entende que o programa “não deve ficar na dependência de assinaturas concretas e deve ser iniciado por aqueles países que já têm condições de implementá-lo”.

A língua portuguesa é o património comum que junta estas instituições num encontro anual que tem como anfitrião o Instituto Politécnico de Bragança (IPB), onde estudam mais de 900 jovens estrangeiros entre os oito mil alunos, segundo o presidente.

Sobrinho Teixeira realçou que esta vertente “cosmopolita” faz de Bragança “um exemplo de como uma pequena cidade se pode transformar numa alma abrangente de poder acomodar dentro de si uma grande diversidade”.

A sessão de abertura contou hoje com a presença do ministro português da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, para quem a AULP “é uma janela de observação sobre uma parte extremamente importante no mundo”.

“Se há mudança visível é a força que a educação ganhou”, declarou.

O director-geral da CPLP, Hélder Vaz, recordou que entre os 17 objectivos prioritários desta organização encontra-se a cooperação universitária a diversos níveis e o reforço das políticas de formação de quadros.

No encontro estão também representantes da Comissão Europeia e uma delegação do Bairro Português de Malaca, que passou a integrar o intercâmbio lusófono com docentes dos politécnicos portugueses a ensinarem português aos descendentes lusos da Malásia.
Publicado em ‘Público‘.