Institutos politécnicos chegam a valer 11% do PIB dos concelhos onde estão sediados

Cada aluno tem um impacto na economia regional de 16 mil euros por ano, estima um estudo inédito, encomendado pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos.
 
A presença de instituições de ensino superior tem um impacto significativo na economia das regiões em que estão sediadas. Esse facto é sobretudo notório nas regiões mais desfavorecidas do país, onde os institutos politécnicos chegam a pesar 11% no PIB local.
Estas conclusões constam do primeiro estudo do género, encomendado pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP). Calcula-se que só os sete politécnicos analisados gerem um impacto indirecto de 460 milhões de euros anuais.

É em Bragança que o peso do instituto politécnico na economia local atinge um valor mais elevado (11,02%), mas Portalegre (5,67%), Castelo Branco (4,98%) e Viseu (4,47%) são outros exemplos de concelhos onde a presença destas instituições de ensino superior consegue ter reflexos muito significativos. São “essencialmente as regiões mais desfavorecidas a apresentar os maiores valores”, segundo o relatório final do estudo, intitulado O Impacto dos Institutos Politécnicos na economia local.
Em sentido contrário, Setúbal (1,71%) e Viana do Castelo (2,06%) contam com um peso menor dos respectivos institutos politécnicos no seu PIB regional.
Este estudo está em fase de publicação e começou esta semana a ser distribuído internamente pelo CCISP. As conclusões têm por base inquéritos aplicados a docentes, estudantes e funcionários não docentes dos institutos superiores envolvidos na análise. É a primeira vez que os impactos do ensino superior politécnico são medidos desta forma, com uma mesma metodologia que permite comparações.
Foram escolhidos sete instituições (Bragança, Castelo Branco, Leiria, Portalegre, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu), que representam metade do sistema politécnico público. Tentou-se abarcar diferentes realidades, do interior e do litoral, zonas mais ou menos industrializadas e instituições com dimensões diferentes.

Impactos directos e indirectos
O trabalho estimou os impactos directos de sete politécnicos na economia, que ascendem a 270 milhões de euros anuais, contabilizando os gastos anuais de docentes, funcionários e alunos, bem como os custos assumidos pelas próprias instituições de ensino superior. Este valor apresenta diferenças consideráveis a nível nacional, oscilando entre os 16 milhões de euros de impacto dos politécnicos de Portalegre e os 101 milhões anuais gerados pelo instituto superior de Leiria.
Aplicando um multiplicador de 1,7 vezes — na ausência de informação económica que permitisse determinar os valores para cada concelho, os investigadores aplicaram a mediana dos vários multiplicadores utilizados nos diferentes estudos do género feitos em diferentes países — os autores do estudo encomendado pelo CCISP chegaram também à conclusão que estes sete institutos politécnicos geram um impacto indirecto de 460 milhões de euros anuais.
O estudo permite também perceber o impacto potenciador do investimento público no ensino superior. O nível de actividade económica gerado na região onde se insere cada politécnico sofre um incremento importante em face das transferências feitas todos os anos pelo Estado. O relatório final desta investigação afirma que cada euro de financiamento recebido do Orçamento do Estado gera um impacto médio de 4,22 euros, podendo atingir um valor superior a 8 euros, no caso do Instituto Politécnico de Leiria, onde se regista o índice mais elevado.

“Perspectiva conservadora”
Todos os números apurados pelo estudo têm por base “uma perspectiva conservadora”, diz Pedro Oliveira, um dos coordenadores deste trabalho.
Os investigadores consideram que nem todos os alunos contribuem da mesma forma, e contabilizam um impacto menor para os alunos locais face aos que estão deslocados. Por outro lado, os impactos directos e indirectos são medidos apenas nos concelhos em que se situam as instituições de ensino e não são tidos em conta os concelhos limítrofes. Também não são tidas em conta as transferências de conhecimento e tecnologia para empresas, por exemplo.
O Impacto dos Institutos Politécnicos na economia local foi um estudo encomendado pelo CCISP a uma equipa de 20 investigadores coordenada por Pedro Oliveira, no Departamento de Estudo de Populações, do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, da Universidade do Porto, e Jorge Cunha, docente da Escola de Engenharia da Universidade do Minho. Os dois professores tinham orientado a tese de doutoramento de Joana Fernandes, defendida em 2010, sobre os impactos económicos do Instituto Politécnico de Bragança e decidiram replicar o modelo num conjunto mais alargado de politécnicos.
O principal factor dos resultados dos institutos politécnicos sobre a economia que foi tido em conta foram os gastos dos estudantes, que representam cerca de 85% dos impactos directos. Os investigadores observam “uma relação linear” entre estes números e o total de estudantes de cada instituição e estimam que, por cada aluno adicional, há um impacto directo anual na economia de cada região de cerca de 9000 euros, que se traduz, por sua vez, num impacto total de cerca de 16.000 euros.
São também os politécnicos do interior que apresentam um “efeito de exportação” (alunos que se mudaram para a região para estudar no politécnico) mais elevado. “Estes contribuem para a atracção de jovens para regiões mais desertificadas e envelhecidas, levando, porventura, à sua fixação nessas regiões”, defende Pedro Oliveira, em declarações ao PÚBLICO.
Do mesmo modo, entre 30 e 60% dos estudantes iriam estudar para fora da região caso não existissem os institutos politécnicos. “Esta dimensão reforça o papel de fixação dos jovens nos concelhos onde os politécnicos se localizam, o que tem, obviamente, um impacto na vivência das respectivas comunidades”, diz. E isto sem contar com os estudantes que não estariam sequer no ensino superior, uma realidade também observada por este trabalho.

Quase 20 mil empregos directos criados
O impacto que os institutos superiores politécnicos têm nas economias regionais tem efeitos também a nível de emprego. Estas instituições de ensino superior representam, em média, quase 6% da população activa dos concelhos onde estão sediadas, mostra o estudo do CCISP, dando trabalho a quase 20 mil pessoas.
Os institutos politécnicos de Bragança, Castelo Branco, Leiria e Setúbal são os segundos maiores empregadores das respectivas regiões. “Geralmente, só os hospitais distritais conseguem ter um peso maior na estrutura de emprego”, diz Pedro Oliveira.
Em Portalegre, o instituto politécnico é o terceiro maior empregador e só em Viseu (7.º) e Viana do Castelo (5.º), dois concelhos com uma economia mais diversificada, por via da indústria e dos serviços, é que esta realidade não se observa.
O impacto médio dos institutos politécnicos em termos de população activa, fica perto dos 6%, variando entre 1,77% (Setúbal) e 12,92% (Bragança). “O peso relativo tende a ser mais elevado para os politécnicos situados nos concelhos do interior do país”, defendem os autores do estudo.
Ao todo, os sete politécnicos avaliados criaram 18.638 empregos directos, mas mais uma vez é notória a discrepância entre as instituições. O Politécnico de Portalegre é responsável por apenas 915 postos de trabalho, ao passo que o de Leiria tem 6321.
Pouca utilidade para apurar nova fórmula de financiamento
O Governo anunciou há dias a intenção de avançar com uma nova fórmula de financiamento às instituições de ensino superior que, entre outras dimensões, deverá levar em conta o contributo que estas dão para o desenvolvimento das regiões em que estão inseridas.
Apesar da metodologia aplicada neste trabalho fornecer “dados interessantes” que permitem “perceber a realidade”, Pedro Oliveira não acredita que este possa servir de base às pretensões da tutela. “Não teria muita utilidade”, defende. “Se a base do financiamento fosse plurianual, talvez fosse possível. Mas um estudo destes é difícil de executar e não é fácil ter estes indicadores ano a ano, tal como o Governo parece pretender”, considera.

Publicado em ‘Público‘.

África através do olhar de docentes da Escola Superior Agrária

Os mais de 20 anos de colaboração da Escola Superior Agrária de Bragança (ESAB) com vários países de língua e expressão portuguesa em África foram documentados através de fotografias feitas por vários docentes, no âmbito de projetos de investigação ou cooperação, em exibição no centro cultural Adriano Moreira. “É a experiência em África. Há aqui uma parte mais pessoal dos docentes que trazem as suas aventuras, através de imagens de plantas, pessoas, flora e agricultura”, explicou Carlos Aguiar, um dos docentes que colaborou na exposição, inaugurada no passado sábado.

As fotografias são da autoria de Carlos Aguiar e de outros docentes da ESA. A decisão de organizar a exposição prende-se com a necessidade de divulgar o trabalho da escola e de esta se abrir à comunidade. “Fazemos coisas que as pessoas não sabem, coisas que são muito apreciadas pelos irmãos dos PALOP dentro da academia, e ao mesmo tempo é uma oportunidade de mostrar que há um conhecimento que muita gente sabe. Estamos a preparar um mestrado de agricultura tropical, que será único no país”, acrescentou o docente.
O presidente da câmara, Hernâni Dias, congratulou-se pelas novas exposições do centro cultural Adriano Moreira. “Tem uma enorme variedade de fotografias, representando a população, a paisagem, os frutos e os ofícios, algo que será marcante para quem desenvolve o seu trabalho em África”, referiu o autarca.

Publicado em ‘Mensageiro de Bragança‘.

IPB ao serviço da viticultura

Formação é de quem sabe para quem precisa e quer saber
L curso subre anterbençon an berde i rega de la binha ourganizado pula Scuola Agrária de l Anstituto Politécnico de Bergáncia rializou-se cumo prebisto i nel participórun 24 biticultores antressados, que tubírun l prazer d’assistir a dues aulas teóricas i ua prática, subre dous de ls temas mais amportantes de l momiento para quien stá a tratar de las benies.
L Anstituto Politécnico atrabeç de dous de ls sous porsores João Berdeal i Castro Rieiro, berdadeiros specialistas na matéria, qu’ancantórun ls partecipantes.
Houbo muita participaçon i ne l fin la Coperatiba fizo ua proba de binos que deixou a todos mais sastifeitos inda por béren que l sou sfuorço na porduçon de las ubas se ten traduzido nua melhorie seneficatiba de ls binos, medalhados an bários países i comercializados ne ls cinco cuntinentes.

Publicado em ‘Hoije‘.

Programa Intensivo de Estudos da Agrária distinguido internacionalmente

Intensive Program ERASMUS “ChemNat” distinguido internacionalmente
O Intensive Program ERASMUS “ChemNat”, da responsabilidade da professora Isabel Ferreira, da Escola Superior Agrária de Bragança (ESA) , que decorreu entre 2008 e 2010, em colaboração com a Universidade de Salamanca e a Universidade francesa Paul Verlaine-Metz, foi agora distinguido pela Agência Nacional do Programa Aprendizagem ao Longo da Vida como um dos bons exemplos (best practices) a seguir, no âmbito da mobilidade, projetos e cooperação. Deste projeto acabou por resultar um mestrado, actualmente no segundo ano de funcionamento, conjunto entre a instituição brigantina e a Universidade de Salamanca. “O que contribuiu muito para que fosse atribuída esta distinção, uma vez que é um título conjunto entre duas universidades. Esta distinção está também relacionada com os frutos que deu após o PI. Também resultaram vários projetos de investigação e publicações científicas”, explicou Isabel Ferreira, docente responsável pelo projeto.
Este Intensivo Programe envolveu 10 alunos do IPB e 5 da Universidade de Salamanca e outros tantos da Univeridade de Metz, nomeadamente estudantes de mestrado e doutoramento, bem como nove professores, quatro do IPB, e os restantes das outras duas universidades. “No final dos três anos houve um relatório final e o projeto foi classifcado de muito bom”, acrescentou a professora.
Os IPs são programas de curta duração que juntam estudantes e docentes de IES de diferentes países europeus, encorajando o ensino multinacional e fomentando novas perspetivas de Ensino Superior no Espaço Europeu. O IPB é a instituição portuguesa com maior número de Programas Intensivos Erasmus. Desde 2007, o IPB foi responsável por 11 IPs como IES coordenadora e 12 IPs como IES parceira.
As três instituições de ensino superior candidataram um projeto na área da Química dos Produtos Naturais, funcionou em Bragança durante três anos. “Funcionava durante 15 dias na segunda quinzena de Junho. Vinham professores das várias universidades”, explicou Isabel Ferreira.

Publicado em ‘Mensageiro de Bragança‘.

Crianças de Bragança começaram hoje a aprender mandarim

O último toque do dia na escola foi hoje sinónimo de uma nova aventura para algumas crianças de Bragança que, depois das habituais aulas, regressaram à sala para aprender mandarim.
O ensino da língua chinesa arrancou hoje a título experimental no Centro Escolar de Santa Maria com uma turma do primeiro ciclo que até ao final do ano letivo vai ter apenas “três ou quatro aulas” de preparação para alargar a iniciativa a outras turmas, em setembro, como explicou a vereadora da Educação da Câmara de Bragança, Fátima Fernandes.
O desafio foi lançado pelo Instituto Politécnico de Bragança (IPB), que nos últimos anos tem oferecido cursos de mandarim no âmbito de uma parceria com universidades chinesas e que impulsionou a criação de um Centro de Língua e Cultura Chinesas naquela instituição.

Publicado em ‘Notícias Sapo‘.

IPB formas técnicos agrícolas de Moçambique

O Instituto Politécnico de Bragança e o Ministério da Agricultura de Moçambique assinaram ontem um acordo de colaboração nos domínios da formação, investigação e do desenvolvimento científico e tecnológico.
A curto prazo, 15 técnicos superiores de Moçambique vão frequentar um mestrado em Qualidade e Segurança Alimentar.
O Secretário Permanente da Delegação Moçambicana, Daniel Clemente, considera que este protocolo vai possibilitar uma melhoria na actividade agrícola e o reforço das exportações.
A participação de técnicos superiores agrários de Moçambique em cursos de formação especializada e o apoio na área da qualidade e segurança alimentar são os objectivos de mais um protocolo celebrado entre o IPB e organismos daquele país africano.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Alunos do primeiro ciclo vão ter aulas de mandarim em Bragança

O presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), João Sobrinho Teixeira, disse hoje em Macau que os alunos do primeiro ciclo do ensino básico desta cidade vão ter aulas de mandarim a partir do ano letivo de 2013/2014.
“Temos um projeto emblemático para iniciar o mandarim logo na primeira classe, no primeiro ano do ensino básico, para os alunos com seis anos”, disse João Sobrinho Teixeira, à margem de um fórum em Macau.
O projeto de ensino da língua chinesa, segundo João Sobrinho Teixeira, vai resultar de uma parceria que envolve o Politécnico, a Câmara Municipal de Bragança, e a Universidade de Pequim em Zhuhai (Beijing Normal University at Zhuhai- BNUZ).
Depois de um período experimental de um mês e meio, a partir de junho, as aulas de mandarim iniciar-se-ão efetivamente em setembro, com um professor que será destacado por aquela universidade chinesa para Bragança.
“Esperamos que, com este embrião, Bragança se comece a afirmar como núcleo da cultura chinesa e da língua chinesa, na região do interior de Portugal e na região vizinha com Espanha”, sublinhou, ao referir que estão a ser ultimados os detalhes com os parceiros em Zhuhai, região adjacente a Macau.
Antes da deslocação a Macau, João Sobrinho Teixeira esteve na semana passada em Pequim para a celebração de um acordo com a Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim (Beiwai) – a primeira universidade chinesa a abrir uma licenciatura de português em 1961 – com vista ao intercâmbio e aperfeiçoamento da língua portuguesa dos alunos chineses.
O novo acordo com Bewai deverá elevar o número de universitários chineses em Bragança, atualmente estimados em quase meia centena proveniente das universidades chinesas de Guangdong e de Nanjing, sobretudo dos cursos de português e jornalismo.
“Penso que começa a haver aqui uma cada vez maior consolidação entre Portugal e a China. Os politécnicos de Portugal pretendem ser um elo de ligação entre os países europeus e sobretudo os países de expressão portuguesa, e o Instituto Politécnico de Macau tem sido uma instituição charneira” nesse processo, disse.
Numa cidade “com cerca de 25 mil habitantes, o Instituto Politécnico de Bragança tem 7,5 mil alunos, dos quais cerca de mil são internacionais”, sublinhou.
O responsável explicou também que foi estabelecida uma parceria com a autarquia, que incluiu a candidatura a fundos europeus para a recuperação de casas do centro histórico destinadas ao alojamento de alunos estrangeiros.
“Há ali uma pequena cidade cosmopolita, que permite aos alunos chineses, o contacto não só com os alunos portugueses, mas com alunos dos países de expressão portuguesa e alunos europeus”, afirmou.
O IPB inaugurou a 15 de outubro o Centro de Língua e Cultura Chinesas, um projeto que Sobrinho Teixeira descreveu como “pioneiro”.
“É um espaço próprio da Universidade de Pequim em Zhuhai aberto para o politécnico e para a região, e que irá fazer traduções e divulgar a cultura chinesa não só em Bragança, mas em todos os municípios da região”, afirmou.
O centro deverá também ajudar “na facilitação de negócios entre os empresários de ambas as regiões”, concluiu.

Publicado em ‘i‘.

IPB assina protocolo com Knightsbridge Examination & Training Centre

O Instituto Politécnico de Bragança e o Knightsbridge Examination & Training Centre assinaram um protocolo que visa o reconhecimento do centro de línguas do IPB como Centro de Exames Cambridge.
A responsável do centro, Isabel Chumbo, explicou que “este acordo que está em vigor prende-se com a mobilidade de estudantes do IPB mas também com a necessidade crescente da criação de cidadãos multilingues e culturalmente atentos dentro do contexto Europeu, as pessoas precisam sair do país por razões de educação ou mesmo profissionais e muitas vezes os pré requisitos são rígidos que é a certificação dos conhecimentos de Inglês, até Setembro quem queria fazer essa certificação teria que se deslocar ao Porto ou Lisboa e com este acordo pode fazê-lo em Bragança.
A responsável explicou que estão disponíveis exames de todos os níveis da Convenção-Quadro do Conselho da Europa que permitem obter resultados precisos quanto às capacidades dos alunos na área da Língua Inglesa, “o objectivo do centro de línguas do IPB é promover aos alunos uma diversidade de línguas menos comuns. A próxima candidatura será no mês de Maio sendo que é através do Centro de Línguas do Instituto Politécnico de Bragança, que se fazem as inscrições.” Os interessados, “podem fazer cursos de preparação para esses níveis que estão desenhados pelo quadro comum de referência, para as línguas do concelho da Europa. Podem fazer também os cursos de preparação no centro de línguas e depois sujeitarem-se então a esse exame que é feito em todo o mundo ao mesmo tempo”.
Isabel Chumbo salientou que “no futuro gostaríamos de diversificar um pouco a oferta das línguas, contudo isso depende da disponibilidade dos formadores e muitas vezes não é fácil encontrar formadores com qualidade em Bragança e arredores. Gostaríamos de expandir as línguas para as chamadas línguas menos comuns como, o Russo, o Árabe e o Japonês, mas como o IPB e o Centro de línguas do IPB gosta de primar naturalmente na qualidade, nem sempre conseguimos encontrar formadores adequados”.
Estes cursos e exames estão abertos a todos os alunos do IPB e à comunidade no geral, qualquer interessado pode inscrever-se nos cursos de preparação para os exames ou só para a realização dos mesmos. Até à data o centro de línguas do IPB já formou cerca de 700 pessoas.
Publicado em ‘RBA‘.