Nuno Ribeiro é oficialmente o novo Diretor da Escola Superior de Tecnologia e Gestão. A acompanhá-lo, numa altura em que para o novo responsável “os desafios são muitos”, estão os Subdiretores Maria João Pereira e Getúlio Igrejas. Quanto ao futuro da ESTIG, o novo diretor aponta a investigação como uma questão “a potenciar”, uma vez que a escola tem “um centro da área da digitalização e da robótica onde pretendemos fazer uma integração da investigação com os alunos”, e ainda “projetos de apoio à comunidade”. Outra das preocupações é a “componente pedagógica”, numa altura em que a ESTIG conta já com 35% de alunos internacionais. “Há um projeto no politécnico relacionado com o desenvolvimento de novas metodologias de ensino”, explica o novo diretor. “Queremos que os docentes comecem a implementá-las, para que possamos diminuir o abandono e insucesso escolar”. Nuno Adriano Baptista Ribeiro entrou para a ESTIG como estudante de contabilidade e administração em 1992. Tornou-se funcionário, depois docente e “é com grande orgulho” que agora assume o cargo de diretor. Um percurso, que na sua opinião, “evidencia a qualidade de ensino do IPB”. A cerimónia de tomada de posse decorreu na biblioteca da escola no passado dia 31 de outubro onde, num discurso emocionado lembrou José Adriano Pires, antigo diretor, que morreu em julho deste ano vítima de um ataque cardíaco.
Orlando Rodrigues referiu a “energia e empenho” da nova equipa, que tem já “alguma continuidade com a equipa anterior e que pela fatalidade que tivemos, teve de ser alterada”.
Mais Pró-Presidências ás áreas Académica e de Imagem e Apoio ao Aluno, de Dina Macias e Anabela Martins respetivamente, juntam-se agora as áreas da Investigação com a já reconhecida Investigadora Isabel Ferreira, Inovação Pedagógica em conjunto com o Empreendedorismo e Empregabilidade atribuída a Vera Lebres e ainda a área da Comunicação para Luís Pires, atual diretor da ESACT. No total foram cinco os Pró-Presidentes que tomaram posse na passada semana e que o Presidente do IPB entende estarem “adaptadas às prioridades estratégicas” para o futuro. Para Orlando Rodrigues a Investigação “sempre foi uma prioridade” e desta forma é “preciso criar centros mais adaptados aos problemas da região”. Por outro lado, o IPB quer para o próximo ciclo “valorizar a inovação formativa e a ligação à comunidade e empresas”, ao mesmo tempo que, e aproveitando a ESACT, em Mirandela, quer “comunicar melhor a ciência que fazemos”.
Publicado por: “Mensageiro de Bragança”
