Macedo de Cavaleiros já tem a Escola de Negócios do IPB a funcionar

Nesta nova valência vão ser leccionadas pós graduações e cursos de menor duração, destinados a empresários e administração pública. O primeiro curso a avançar, já com 30 alunos, é a pós graduação em Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas, que começa dia 29 de Março. Mas no próximo ano lectivo vão seguir-se outras formações. Segundo Nuno Ribeiro, director da Escola de Negócios pretende-se ajustar a formação às necessidades de empresas e outras organizações da região. “A tentativa de atrair alunos para a escola vai ser muito estarmos perto de associações empresariais, de associação de municípios e das Comuninades Intermunicipais. Vamos tentar fazer com que esses parceiros possam eles próprios criar as necessidades e comunicar-nos as necessidades de formação. Consideramos que estando perto deles será muito mais fácil para nós termos alunos para a escola. Pretendemos que além das empresas poderem colaborar muito neste processo também as organizações públicas possam. Temos já pensada uma pós-graduação na área da gestão em unidades de saúde e aí queremos envolver a Unidade Local de Saúde do Nordeste e todas as entidades de saúde do distrito”. A inauguração contou com a presença do secretário de Estado do Ensino Superior, Sobrinho Teixeira, que considera que a instituição que presidiu está a dar um bom exemplo na qualificação de quadros na região. “Eu penso que o trabalho que está aqui a ser realizado é um trabalho que é meritório e que é apreciado pelo Governo e pelo país. Sendo, teoricamente, Bragança a região mais longe de Lisboa e mais no interior de Portugal, todo este trabalho que se está a fazer, mostrar que se é capaz, que se é capaz de fazer das dificuldades oportunidades e fazer desta região uma região mais coesa, penso que é um bom exemplo, um exemplo motivador para que outras regiões, em situações semelhantes possam ter essa percepção de que se acreditarem são capazes”. A aula inaugural foi proferida pelo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. Freire de Sousa considera que esta oferta formativa é um passo essencial para a qualificação na região. “É um passo essencial para qualificar nesta região e para nesta região se puxar mais pelo espírito empresarial que possa existir e pela capacidade de conhecimento que, felizmente quer no IPB quer na UTAD, um bocadinho mais distante, existe e, por outro lado, aquilo que são os nossos recursos cada vez mais qualificados. Por exemplo, a importância que tem a qualificação dos recursos humanos, em termos de níveis de ensino superior que temos hoje no país, e que não são minimamente comparáveis há 20 ou 30 anos atrás, e é preciso depois dar saída a essa gente, porque caso contrário vão sair do território local, regional ou nacional”. Ainda este ano lectivo deverá abrir um curso de curta duração de comércio internacional e internacionalização. Estando previstas para Outubro outras formações, nomeadamente a pós-graduação em Gestão de Unidades de Saúde.

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Presidente da câmara de Mirandela propõe plano estratégico de turismo para o concelho

Uma proposta avançada, na passada sexta-feira, em Mirandela, durante uma sessão da RIPTUR – Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior Politécnico com cursos de Turismo – da qual a ESACT de Mirandela faz parte, juntamente com mais 16 instituições públicas de ensino superior do país.
A presidente da câmara de Mirandela lança o desafio à Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo para desenvolver, em parceria, um plano estratégico de turismo para o concelho, ou até de âmbito regional.
Júlia Rodrigues entende que existe um enorme potencial turístico na região que necessita de ter uma melhor organização e divulgação, mas que só será uma realidade se existir uma colaboração de todos os actores locais, incluindo aquela instituição de ensino superior sediada em Mirandela.A autarca de Mirandela considera que o potencial do turismo existe, mas é necessária uma melhor articulação. Júlia Rodrigues lança por isso, um desafio à ESACT de Mirandela.Já o director da ESACT aceita o desafio, mas sugere que esse plano estratégico seja mais ambicioso. Luís Pires entende que o plano deve ser mais abrangente e não se limitar apenas ao concelho de Mirandela.
Luís Pires acredita que esta rede colaborativa entre municípios
poderá fazer com que os turistas passem mais tempo na região e dessa forma possam visitar vários locais dentro do território.
O director da ESACT de Mirandela está disponível para que a
instituição de ensino superior colabore na elaboração de um plano estratégico de turismo mas numa lógica mais regional.
O Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior,
Sobrinho Teixeira, está convicto que é desta forma que se criam
sinergias e se ganha escala para produzir conhecimento numa das áreas mais importantes para o nosso país, como é o caso do turismo.
A RIPTUR pretende dar um contributo válido para se ultrapassarem as fragilidades existentes no sistema do ensino superior do turismo em Portugal, que passam pela melhoria do ensino e formação, o reforço da investigação e do desenvolvimento profissional, o fortalecimento das relações institucionais e assim como os desafios da internacionalização.

Publicado por: Rádio Brigantia

ESTIG tem nova direção

Nuno Ribeiro é oficialmente o novo Diretor da Escola Superior de Tecnologia e Gestão. A acompanhá-lo, numa altura em que para o novo responsável “os desafios são muitos”, estão os Subdiretores Maria João Pereira e Getúlio Igrejas. Quanto ao futuro da ESTIG, o novo diretor aponta a investigação como uma questão “a potenciar”, uma vez que a escola tem “um centro da área da digitalização e da robótica onde pretendemos fazer uma integração da investigação com os alunos”, e ainda “projetos de apoio à comunidade”. Outra das preocupações é a “componente pedagógica”, numa altura em que a ESTIG conta já com 35% de alunos internacionais. “Há um projeto no politécnico relacionado com o desenvolvimento de novas metodologias de ensino”, explica o novo diretor. “Queremos que os docentes comecem a implementá-las, para que possamos diminuir o abandono e insucesso escolar”. Nuno Adriano Baptista Ribeiro entrou para a ESTIG como estudante de contabilidade e administração em 1992. Tornou-se funcionário, depois docente e “é com grande orgulho” que agora assume o cargo de diretor. Um percurso, que na sua opinião, “evidencia a qualidade de ensino do IPB”. A cerimónia de tomada de posse decorreu na biblioteca da escola no passado dia 31 de outubro onde, num discurso emocionado lembrou José Adriano Pires, antigo diretor, que morreu em julho deste ano vítima de um ataque cardíaco.
Orlando Rodrigues referiu a “energia e empenho” da nova equipa, que tem já “alguma continuidade com a equipa anterior e que pela fatalidade que tivemos, teve de ser alterada”.
Mais Pró-Presidências ás áreas Académica e de Imagem e Apoio ao Aluno, de Dina Macias e Anabela Martins respetivamente, juntam-se agora as áreas da Investigação com a já reconhecida Investigadora Isabel Ferreira, Inovação Pedagógica em conjunto com o Empreendedorismo e Empregabilidade atribuída a Vera Lebres e ainda a área da Comunicação para Luís Pires, atual diretor da ESACT. No total foram cinco os Pró-Presidentes que tomaram posse na passada semana e que o Presidente do IPB entende estarem “adaptadas às prioridades estratégicas” para o futuro. Para Orlando Rodrigues a Investigação “sempre foi uma prioridade” e desta forma é “preciso criar centros mais adaptados aos problemas da região”. Por outro lado, o IPB quer para o próximo ciclo “valorizar a inovação formativa e a ligação à comunidade e empresas”, ao mesmo tempo que, e aproveitando a ESACT, em Mirandela, quer “comunicar melhor a ciência que fazemos”.

Publicado por: “Mensageiro de Bragança”

Já se vive a festa dos estudantes em Bragança


A recepção ao caloiro, a festa que dá as boas vindas aos alunos de primeiro ano, começou ontem e prolonga-se até sábado.
Começou ontem a sema­na de recepção ao caloiro de Bragança. A festa dos estu­dantes do politécnico come­çou com o raide do caloi­ro pelos vários bares da ci­dade que durante as activi­dades da praxe recebem es­tes jovens. A partir de hoje e durante os próximos cinco dias, será no habitual Pavi­lhão do Nerba que vai abrir portas ao resto dos dias de festa. O presidente da Asso­ciação de Estudantes da ins­tituição, Ricardo Cordei­ro, destaca a aposta no car­taz e sublinha que é tam­bém pensado para os vários alunos estrangeiros. “Temos um cartaz bastante caro. Te­mos o melhor cartaz de re­cepção ao caloiro do país. No segundo dia sobe ao pal­co Djoje, que também foi es­colhido a pensar nos estu­dantes africanos, um artis­ta muito conhecido em Ca­bo Verde e dos mais badala­dos neste momento no pano­rama africano”.
Salientando a boa saúde das contas da associação, Ri­cardo Cordeiro avança que o orçamento não está definido mas adianta que é um cartaz bastante caro. “O orçamento não está ainda definido mas posso dizer que é bastante mais elevado do que a recep­ção ao caloiro do ano passa­do. Diria que é um cartaz de queima numa recepção. O ano passado tivemos um sal­do bastante positivo, daí que deixa uma saúde financeira boa e sem ter medo que cor­ra mal”.
Do cartaz fazem parte no­mes como Piruka, Djoje, Toy e Wet Bed Gang. A festa ter­mina sábado com Fernando Daniel e Blaya.

Publicado por: “Jornal Nordeste”

Diminuição do número de alunos leva ministro a criar grupo de trabalho para analisar o fenómeno

O titular da pasta do Ensino Superior está muito preocupado com a diminuição do número de alunos, nomeadamente dos que não reúnem condições para se candidatar à universidade, como sucedeu este ano, com uma redução de 3%no número de candidatos. O IPB preencheu 44,2% das vagas disponibilizadas.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior nomeou um grupo de trabalho para estudar os factores que estão a montante da diminuição do número de alunos a candidatar-se à universidade. Manuel Heitor quer saber “não apenas o impacto deste ano mas também quais devem ser as alterações para o próximo ano e fazer cenários para a próxima década”, afirmou numa entrevista à TSF, onde disse ainda que “a pressão demográfica tem que ser particularmente analisada a tempo”. O titular da pasta do Ensino Superior está muito preocupado com a diminuição do número de alunos, nomeadamente dos do 12º ano, que não reúnem condições para se candidatar à universidade, como sucedeu este ano, em que se registou uma redução de 3% no número de candidatos. “Tivemos a taxa mais alta de colocação, mas o problema é que tivemos menos três mil jovens a completar o 12º ano. Esta vai ser uma tendência, sobretudo, com as pressões demográficas que vão ocorrer nos próximos 15 anos”, explicou Manuel Heitor, ao Mensageiro à margem da III Caminhada científico-cultural organizada pelo Instituto Politécnico de Bragança (IPB), na passada sexta-feira. O referido grupo de trabalho inclui entre os seus membros o presidente da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, João Guerreiro, o antigo presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), João Sobrinho Teixeira, que, entretanto, foi nomeado Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, o diretor- geral do Ensino Superior e o diretor do Centro de Investigação em Políticas do Ensino Superior. “Penso que não há outra hipótese, senão continuar a aprofundar esta medida. O que deve ser feito? Pelo que vimos este ano, não chega, eventualmente, uma redução genérica. É preciso atuar ao nível dos cursos, ao nível das instituições, porque é importante garantir que os estudantes com mérito podem garantir a escolha dos seus cursos e por isso penso que é importante intervir a um nível mais especializado”, esclareceu Manuel Heitor. Estava previsto que este grupo deveria apresentar um primeiro trabalho no Conselho Coordenador do Ensino Superior no dia 12 de novembro e depois um segundo no final de março de 2019. O IPB preencheu este ano apenas, 44,2% das vagas, ficando com mais de metade dos lugares desocupados. A situação não é exclusiva de Bragança, assemelha-se à do Instituto Politécnico de Beja.
Após a segunda fase estavam matriculados 849 alunos no IPB e na 3ª fase foram colocados 37 estudantes. No total entraram 886 novos alunos. Ainda assim, a instituição de ensino brigantina foi citada como um bom exemplo, pelo ministro, “naquilo que foi a diversificação” dos estudantes. “O IPB é um caso típico.
Este ano aumentou mais de 400 estudantes porque diversificou para novos públicos, como as formações curtas e atraiu muitos estudantes internacionais. Apesar de ter ficado com menos 20 estudantes colocados no Concurso Nacional de Acesso”, acrescentou o responsável pela pasta do Ensino Superior. Há muitos anos que o IPB sofre a pressão demográfica, no entanto, ultrapassou essa situação, com os cursos TeSP e uma aposta forte em alunos de outros países. “Bragança é um exemplo para todo o país e para aquilo que é a evolução do ensino superior para os próximos anos”, observou Manuel Heitor. O presidente do IPB, Orlando Rodrigues, após terem sido conhecidos os resultados da 1ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, referiu, durante uma conferência de imprensa, que apesar de a instituição preencher o total das 20% das vagas disponíveis para estrangeiros, esse número fica aquém da procura por parte dos estudantes. Trata-se de uma restrição legal “com a qual discordamos, mas temos de conviver”, notou o presidente do IPB. Tanto mais que na prática é o único dos regimes especiais que tem limitações.
Questionado pelo Mensageiro sobre esta restrição legal, Manuel Heitor, disse que esse assunto “já foi libertado e que neste momento não há qualquer limitação à entrada de estudantes internacionais, porque as vagas são muito superiores àquilo que é a capacidade de atração”.
O IPB ficou este ano muito perto dos oito mil alunos, dos quais 2400 são estudantes internacionais, o equivalente a 30%. No ano lectivo de 2017/18 entraram dois mil os estrangeiros, 600 em mobilidade (Erasmus) e 1400 inscritos nos cursos (licenciatura, mestrado e Cursos Técnicos Superiores Profissionais (TeSP). Este ano lectivo 2018/19 só nos TeSP os alunos estrangeiros subiram de 150 para 250. No âmbito das três fases do Concurso Nacional de Acesso 2018, foram admitidos 453131 estudantes no ensino superior público nacional, 60% destes estudantes foram colocados no ensino universitário e 40% no ensino politécnico. No conjunto das três fases foram preenchidas 89.1% das vagas iniciais colocadas a concurso. A percentagem de colocados no ensino superior público em relação ao número de alunos do 12.º ano inscritos em exames nacionais subiu de 51% (2016 e 2017) para 52%. Os dados mostram um aumento do número de colocados face a 2017 em 10 instituições de ensino superior como resultado das medidas de afetação de vagas determinadas este ano. As instituições de ensino superior fora de Lisboa e Porto representam agora cerca de 54% do total de colocados (53% de peso relativo em 2017). No total de todas as vias de ingresso foram colocados cerca de 73 mil novos estudantes.
Além dos 45 mil inscritos na sequência das três fases do Concurso Nacional de Acesso e 600 na sequência de concursos locais; cerca de 7700 inscritos através do ingresso em formações curtas de ensino superior (TeSP), 6600 inscritos através de reingresso ou mudança para instituição/curso, cerca de 5500 inscritos através do concurso especial de ingresso para estudantes internacionais, 2900 através do concurso Maiores de 23, mais 5 mil inscritos em concursos especiais.

Publicado por: “Mensageiro de Bragança”

Mais estudantes estrangeiros e menos nacionais no IPB


Com 44,2% das vagas preenchidas, a instituição surge como uma das que apresentou menos procura nacionalMais de metade das vagas disponibilizadas no concurso nacional de acesso ao ensino superior pelo Instituto Politécnico de Bragança ficaram vazias, segundo dados divulgados, sexta-feira, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Segundo o ministro da ciência, tecnologia e ensino superior, “o problema não é das vagas, o problema é dos estudantes” já que houve “menos três mil jovens a completarem o décimo segundo ano”. Conforme Manuel
Heitor “essa vai ser uma tendência, sobretudo com as pressões demográficas que vão ocorrer nos próximos 15 anos”. Ainda assim “o exemplo de Bragança é importante naquilo que foi a diversificação dos estudantes do ensino superior.
Apesar de ter ficado com cerca de menos 20 estudantes colocados no concurso nacional de acesso aumentou em cerca de 400 estudantes através das formações curtas e dos estudantes internacionais, é portanto um exemplo”, considera.
Para o presidente do IPB, Orlando Rodrigues, não é nenhuma questão que não se estivesse à espera já que uma “boa parte das entradas” se faz através de alunos internacionais e concursos locais. “Este ano começou a haver uma quebra
demográfica no país e isso reflectiu-se nos concursos nacionais de acesso”, confirmou.
Oito mil alunos compõem o universo do IPB Apesar dos dados divulgados apontarem o IPB como uma das instituições menos procurada, o politécnico regista, em relação ao ano lectivo anterior, um crescimento de quase meio milhar de novos estudantes. Os números foram avançados pelo presidente desta instituição, na terça-feira da semana passada, aquando da cerimónia de apresentação e boas vindas às centenas de novos jovens que compõe o politécnico. Orlando Rodrigues, confirma que “vão ser mais 450 a 500 alunos” e diz ainda que, em relação à inovação pedagógica, há “ideias e projectos novos” para se marcar a dianteira e ser criar uma “instituição de referência nestas áreas a nível internacional”. Neste arranque oficial para os novos alunos, Orlando Rodrigues sublinhou que se tem mantido o bom senso nas actividades feitas no âmbito da praxe académica na instituição pois “quando não é detentora de dignidade humana é uma actividade ilegal”, que é “fortemente” contrariada na instituição. O presidente aplaude a atitude dos alunos que, “felizmente”, “têm sabido marcar a diferença nesse aspecto, com a realização de actividades integradoras”. A ideia é apoiada e defendida pelo presidente da Associação Académica do IPB. Ricardo Cordeiro admite que as praxes, na instituição brigantina, servem, sobretudo “para integrar os novos alunos e integrá-los na cidade”.
Na sexta-feira o ministro Manuel Heitor acompanhou mais de 500 alunos do politécnico numa caminhada que, como objectivo tem, nada mais nada menos, que dar a conhecer outros pontos da cidade e por os alunos a falar e conhecerem-se. Esta é mais uma das actividades que, anualmente, tem marcado a recepção aos novos estudantes da instituição e que voltou a atrair o ministro a Bragança. Uma actividade que, segundo os alunos, serve também para descobrir outros sítios da cidade.
“Através desse tipo de eventos que o IPB realiza pode-se fazer novos amigos aqui”, contou a aluna cabo-verdiana, Joseline Santos. “O ano participei numa caminhada que gostei muito. Deu-me a conhecer várias pessoas e lugares
que nunca imaginei conhecer em Portugal. Decidi participar nesta para
conhecer novas pessoas também”, referiu a aluna da Guiné-Bissau, Cristina Falcão. “É uma forma diferente de convivermos uns com os outros e de nos conhecermos”, disse a aluna de primeiro aluno de Línguas para Relações Internacionais, Mariana Rabaçal.
“A forma como o acolhimento aos estudantes é feito aqui é um bom sinónimo do que é hoje o acolhimento positivo aos estudantes do ensino superior e as formas de combater aquelas práticas que ainda persistem na sociedade portuguesa muito humilhantes com práticas alternativas. Esta caminhada com os estudantes e com os investigadores é exactamente aquilo que queremos para o ensino superior, um espaço aberto de diálogo e de convívio onde o estudo e o trabalho são feitos simultaneamente com um convívio saudável”, sublinhou Manuel Heitor.
A caminhada partiu do campus do politécnico, passou pela aldeia de Castro de Avelãs, pela Barragem de Castanheira e terminou no Santuário da Senhora da Cabeça, em Nogueira.

Publicado por: “Jornal Nordeste”

Entraram na segunda fase mais quatro centenas de alunos para o IPB

Na segunda fase de acesso ao ensino superior 383 alunos foram colocados no IPB, num universo de 1200 vagas, aproximadamente. O curso de Solicitadoria, com 38 alunos na Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela (ESACT) foi a área que teve maior procura, seguido de Engenharia Informática (ESTIG) e de Educação Social (ESE), Engenharia Agronómica, Engenharia Alimentar, Engenharia do Ambiente e Engenharia Zootécnica voltaram a não ter interessados, mas o presidente do IPB garante que estes cursos vão ser leccionados, através de outros regimes, como é o caso de concursos internacionais. “O concurso da segunda fase, este ano, teve um maior reflexo da diminuição de alunos, próxima dos 4%. Este é um número que afecta mais instituições do que outras e a segunda fase coloca sempre menos alunos do que a primeira, que tem sempre mais procura. Em termos de crescimento, a previsão é até ao número de 8000 alunos” disse Orlando Rodrigues, presidente do IPB. A terceira fase vai decorrer entre 4 a 8 de
Outubro.
Novos mestrados «Empreendedorismo e Inovação» e «Inovação em Processos e Produtos» são as duas novas formações do
IPB, em áreas tecnológicas para valorizar o conhecimento científico na economia da região, num modelo inovador baseado em novas estratégicas pedagógicas. “É uma mudança que estamos a imprimir, é um ensino completamente diferente, não vai ter professores clássicos, nem disciplinas, nem configurações de sala como estamos habituados porque entendemos que estamos em tempos novos. A sociedade evoluiu de tal maneira que o acesso à informação faz-se de
maneira completamente diferente, com o mercado a exigir profissionais mais competitivos, sobretudo que sejam criativos e inovadores. As instituições têm que mudar e nós temos sido uma instituição inovadora e pioneira em diversos domínios e queremos marcar a dianteira no ensino, sobretudo em Portugal”, adiantou o presidente do IPB.
Um dos objectivos é estreitar as ligações com empresas da região, até porque os cursos vão decorrer no
Brigantia EcoPark, no seio de empresas ligadas a estes sectores.
“Isto só se faz com uma forte ligação às empresas e às instituições da região, portanto esse aspecto é fundamental.
Precisamos das empresas connosco e precisamos que sintam que podem tirar valor desta relação. Foi para criar este ambiente com as empresas que vamos ministrar aqui as formações, num seio de empresas inovadoras e criativas”, acrescentou. Estes mestrados são destinados a 60 alunos, em cooperação com a Universidade de Ciências Aplicadas de Tampere, na Finlândia. Entretanto, no dia 17 de Novembro arranca o laboratório de Artes de Montanha Graça Morais. O presidente do IPB explica que “o que se pretende fazer é evidenciar as artes da nossa região, os artistas e as manifestações e o imenso património artístico e colocar à mostra que está esquecido”, esclareceu Orlando Rodrigues.
Valorizar, recolher e sistematizar e criar um hub criativo em torno das artes, através de seminários, workshops,
simpósios, residências artísticas e trazer artistas de todo o mundo à nossa região.

Publicado por: “Jornal Nordeste”

ESACT garante 223 caloiros

A Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo (ESACT) de Mirandela viu serem preenchidas cerca de 54,4 por cento das vagas colocadas na primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior.
Comparativamente ao ano anterior, a ESACT de Mirandela aumentou em mais de 18 por cento o número de vagas preenchidas. Em 2017, a escola superior mirandelense aumentou em 33 por cento o número de vagas preenchidas relativamente a 2016 e agora o aumento foi superior a 54 por cento. Das 410 vagas distribuídas pelos oito cursos lecionados na instituição, foram preenchidas 223, com destaque para o curso de Comunicação e Jornalismo que já preencheu a totalidade das 25 vagas colocadas a concurso nesta primeira fase. No sentido inverso, o curso de Informática e Comunicações não viu ser preenchida nenhuma das 33 vagas colocadas a concurso. Nos restantes cursos, em
Marketing, foram preenchidas 35 das 44 vagas. Solicitadoria já preencheu 59 das 79 vagas. Design de Jogos Digitais, das 60 vagas já foram preenchidas 36. Em Turismo, das 54 vagas, apenas sobraram 15. Em Gestão e Administração Pública, das 55 vagas a concurso, ficaram preenchidas 11 e finalmente, em Multimédia, das 60 colocadas a concurso,
foram preenchidas 18. Sobram 187 vagas, que vão ser colocadas na segunda fase de acesso, cuja prazo das candidaturas
dos alunos termina no dia 21 de setembro e os resultados serão conhecidos no dia 27 deste mês.

Publicado por: “Mensageiro de Bragança”

Presidente do IPB contesta limitação de 20% das vagas para alunos internacionais

O presidente do Instituto Politécnico de Bragança contesta a limitação de 20 % das vagas para alunos internacionais. Este é o único regime de acesso ao ensino superior em que há um tecto máximo. Orlando Rodrigues defende que tal não deveria ocorrer.
“O único que tem limitação é o regime de estudantes internacionais, os outros acabam por não ter limitações nos acessos. Entendemos que tendo o país excelentes condições para oferecer ensino superior de qualidade a alunos internacionais, mas para se posicionar como um país, num contexto mundial, que oferece ensino superior de qualidade internacionalmente, não podemos ter essa limitação”, sustenta.
O IPB registou um aumento de 25 por cento de candidaturas de alunos estrangeiros, face ao ano anterior, como realça o presidente desta instituição de ensino superior. “Os alunos internacionais as candidaturas que tivemos até ao momento cresceram 25% face ao ano passado, neste momento, temos já mais do dobro de candidatos de que vagas disponíveis o que significa que vamos colocar alunos de elevada qualidade a nível internacional”, destacou.
O IPB deverá receber 2000 alunos internacionais e entre estes estão os alunos de dupla diplomação, que é outra das estratégias de captação de alunos do IPB.
O IPB e a UTAD foram as duas instituições do ensino superior que mais alunos captaram, a nível nacional. A UTAD registou um aumento de 17% e o IPB de 8,86%.

Publicado por: “Rádio Brigantia”