IPB eleito melhor politécnico nacional pelo quinto ano consecutivo

Pelo quinto ano consecutivo, o Instituto Politécnico de Bragança foi considerado o melhor politécnico em Portugal, tendo obtido, ainda, a 7ª posição entre todas as universidades e politécnicos nacionais.
A quinta edição do ranking internacional U-Multirank volta a considerar o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) como o melhor instituto politécnico em Portugal.
De sublinhar que o IPB ocupa, desde o início do ranking U-Multirank e pelo quinto ano consecutivo, a primeira posição entre todos os institutos politécnicos em Portugal, tendo obtido, em 2018, a sétima posição entre todas as universidades e politécnicos nacionais.
As pontuações máximas obtidas são o resultado da experiência acumulada e comprovada do IPB, nomeadamente, no impacto e excelência da sua produção científica e investigação aplicada, na mobilidade internacional de estudantes e no envolvimento com a sua região.
Em particular, o IPB ocupa a 5ª posição nacional no sub-ranking de investigação “readymade ranking in research and research linkages”, através da obtenção da classificação máxima “A” nos indicadores “Citation rate”, que mede o número médio de citações às publicações científicas da instituição, “Top cited publications”, que mede a proporção das publicações científicas da instituição no grupo das 10 por cento de publicações mais citadas em cada área em todo mundo, e “International joint publications”, que mede a proporção das publicações científicas da instituição com pelo menos outro autor de uma instituição de um país diferente.
Já no sub-ranking de orientação internacional “readymade ranking in international orientation”, o IPB ocupa a 4ª posição nacional, acrescentando a classificação máxima “A” no indicador “Student mobility”, que mede a dimensão dos estudantes enviados e recebidos em mobilidade e dos estudantes em programas internacionais conjuntos.
De frisar, ainda, que o U-Multirank é um ranking multidimensional promovido e financiado pela União Europeia, tendo a edição de 2018 avaliado mais de 1600 instituições de ensino superior de 94 países espalhados pelos quatro cantos do mundo.

Publicado por: “Diário de Trás-os-Montes”

Mais informações em: “Mensageiro de Bragança” e “Brigantia”

IPB entre as dez instituições mais citadas do mundo sobre investigação alimentar

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) foi uma das 10 instituições de ensino superior com mais influência na área em investigação relacionada com a área alimentar entre os anos de 2006 e 2016. Sendo que é a que tem maior influência em Portugal, seguida da Universidade do Minho. O IPB alcançou uma cotação de 358 papers e um impacto das citações de 1.7. A Universidade de Minho ficou com 325 e 1.59. A University of Massachusetts System (Estados Unidos da América) com 882 (1,76) e a University of Massachusetts Amherst (EUA) com 841 papers e 1.79 são as mais bem cotadas. Do ranking fazem ainda parte universidades da China, Canadá, Arábia Saudita e Espanha. Duas investigadoras de ciências agrárias do IPB, Isabel Ferreira e Lillian Barros com 5333 e 2955 citações, respetivamente, estão na lista dos 10 investigadores a radicados em Portugal mais citados no mundo. A lista é elaborada pelo Institute for Scientific Information.

Publicado por: “Mensageiro de Bragança”

Bragança tem o melhor politécnico do país

Cravado no interior transmontano, emerge uma pérola do Ensino Superior português. O Instituto Politécnico de Bragança tem vindo a consolidar-se como o melhor politécnico do país. São vários os indicadores que assim o demonstram, em vários rankings internacionais. O mais relevante é o U-Multirank (www.u-multirank.eu), cuja quarta edição volta a considerar o Instituto Politécnico de Bragança como o melhor Instituto Politécnico em Portugal. O U-Multirank é um ranking promovido e financiado pela União Europeia, tendo a edição de 2017 avaliado e seriado cerca de 1500 Instituições de Ensino Superior de 99 países de todo o mundo. De acordo com a metodologia do ranking, as instituições são avaliadas através de 35 indicadores, agrupados em cinco áreas de intervenção: ensino, investigação, transferência de conhecimento, internacionalização e envolvimento regional. O ranking das instituições é estabelecido de acordo com o número de classificações com a pontuação máxima (categoria A) nos 35 indicadores avaliados. O Instituto Politécnico de Bragança ocupa, desde o início do ranking U-Multirank e pelo quarto ano consecutivo, a primeira posição entre todos os Institutos Politécnicos em Portugal, tendo obtido, em 2017, a terceira posição a nível nacional. As pontuações máximas obtidas são o resultado da experiência acumulada e comprovada do IPB, nomeadamente, no impacto e excelência da sua produção científica e investigação aplicada, na mobilidade internacional de estudantes e no envolvimento com a sua Região. No campo da investigação, o IPB é a única instituição de ensino superior portuguesa a apresentar a classificação máxima “A” nos itens “Citation rate” (que mede o número médio de citações às publicações científicas da instituição) e “Top cited publications” (que mede a proporção das publicações científicas da instituição no grupo das 10% de publicações mais citadas em cada área em todo mundo). Estes resultados confirmam a excelência do impacto da investigação efetuada no IPB, a qual tem merecido igual destaque no Scimago Institutions Rankings (www.scimagoir.com). O SCImago Research Group é um grupo de investigação que se dedica à análise e à avaliação da informação mantida em grandes bases de dados científicas (SCOPUS). O ranking SIR tem por objetivo avaliar a atividade de investigação, com impacto a nível mundial, tomando como referência as publicações científicas das instituições e o número de citações recebidas. Este novo ranking, que mede a taxa de excelência em várias áreas, elaborado por uma das mais conceituadas empresas do género, considerou o IPB a melhor instituição portuguesa de Ensino Superior em quatro áreas: Impacto Tecnológico, Excelência, Excelência com Liderança e Impacto Normalizado.
Investigação de excelência reconhecida internacionalmente
A investigação feita no Instituto Politécnico de Bragança anda pelas bocas do mundo. Outro ranking internacional, elaborado pela Thomson, veio, mais uma vez, aferir a qualidade individual dos investigadores desta instituição de ensino superior do Nordeste Transmontano. Se em 2015 cinco investigadores portugueses estavam entre os mais citados em todo o mundo, em 2016 Portugal colocou seis investigadores neste ranking, e dois deles são do IPB. Aliás, duas, pois a Isabel Ferreira juntou-se Lilian Barros, também investigadora da área alimentar.
Investigação de excelência reconhecida internacionalmente
“Isto significa que a ciência que estamos a fazer tem impacto a nível mundial, é muito lida e reconhecida pelos nossos pares”, explicava Isabel Ferreira ao Mensageiro, apontando o segredo do sucesso. “Soubemos antever onde poderia estar a ciência de maior impacto mundial e conseguimos antecipar-nos aos outros investigadores, marcar uma posição e aproveitar a oportunidade”, frisou a investigadora do centro de Investigação de Montanha.
Também na área desportiva a investigação desenvolvida no Nordeste Transmontano tem dado cartas. O departamento de Ciências do Desporto do Instituto Politécnico de Bragança integra, este ano, e pela primeira vez, o ranking de Xangai, um dos vários rankings mundiais que medem a produtividade académica.
Em Portugal, o IPB é mesmo o único politécnico a constar da lista de 300 instituições. O ShanghaiRanking’s Global Ranking of Sport Science Schools and Departments, foi divulgado recentemente pelo Center for World-Class Universities da Universidade Jiao Tong de Xangai. Esta lista congrega os trabalhos publicados nos últimos cinco anos (entre 2011 e 2016) e o número de vezes que são citados por outros investigadores.

 

Publicado em: “Mensageiro de Bragança”

Vêm aí as candidaturas ao superior. Os rankings ajudam a escolher?

As listas internacionais são mais valorizadas pelos alunos que admitem estudar no estrangeiro. Mas mesmo quem quer escolher uma universidade em Portugal pode retirar informação útil. Por exemplo, quais são as que têm mais prestígio?
Terminada a 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário, as atenções dos alunos começam a voltar-se para o ensino superior. O concurso nacional de acesso começa a 19 de julho. Os rankings internacionais de universidades, muitos dos quais divulgados mais ou menos nesta altura, podem ajudar a tomar uma decisão sobre que caminho tomar. A questão é saber como lê-los.
Rankings como o que é feito pela Universidade de Leiden, por exemplo, publicado em Maio, baseiam-se exclusivamente em indicadores de produtividade científica. O de Xangai – que nesta quarta-feira publicou a sua lista por disciplina, onde Portugal tem 14 instituições representadas – também>valoriza, sobretudo, este tipo de indicadores. Isto importa a estudantes que procuram uma licenciatura?
Sim, acredita o reitor da Universidade de Lisboa, António Cruz Serra, uma vez que a qualidade da investigação se transfere para dentro das salas de aulas: “Só ensina bem quem sabe bem aquilo que ensina. E para isso é preciso fazer boa investigação.”
Outro aspeto que os alunos devem valorizar quando leem um ranking destes são os indicadores de reputação. O ranking de Xangai, que começou a ser publicado em 2003 pela Universidade Jiao Tong de Xangai, tem em conta por exemplo os grandes prémios académicos recebidos por professores e investigadores de cada instituição e os artigos publicados em revistas científicas de renome.
Já a lista da publicação especializada britânica Times Higher Education (THE) toma em consideração a opinião de empregadores sobre os diplomados e mede a perceção da qualidade de cada instituição através de entrevistas. “Muitas famílias olham, sobretudo, para o prestígio das instituições na hora de escolherem. Isso está refletido nos rankings”, sustenta o investigador da Universidade Aberta João Caetano, que é especialista nestas listas de comparação internacional.
João Caetano reconhece que o prestígio não é o critério essencial que preside à escolha de um curso superior pela maior parte dos alunos. Sobretudo entre as famílias de classes sociais mais baixas, o mais determinante é a proximidade da instituição, por motivos que têm a ver com os custos de uma estadia longe de casa.
Apenas as famílias de estratos sociais mais elevados “fazem um outro juízo sobre as escolas”, considera. “Para essas não há problema nenhum em enviar um filho para os Estados Unidos ou para o Reino Unido e aí os rankings já são fundamentais.”
Os rankings são também “determinantes” para a atração de alunos internacionais, considera o presidente do Instituto Politécnico de Bragança, João Sobrinho Teixeira, mas “a nível nacional o impacto não é tão forte”, pelo menos para já. “Existe um estigma social muito forte sobre a interioridade e os institutos politécnicos que é extremamente penalizante”, lamenta o responsável de um instituto que, apesar da interioridade, está presente no ranking de Xangai por disciplinas na área de Tecnologia Alimentar e consta também da lista de Leiden.
O “estigma” que Sobrinho Teixeira diz pesar sobre a instituição transmontana cria uma situação paradoxal no politécnico, que é um estabelecimento relativamente pequeno, com cerca de 6000 estudantes nacionais, mas que tem 1500 alunos internacionais inscritos. É a percentagem de estrangeiros mais elevada de todo o sistema de ensino superior nacional: 20%. A expectativa de Sobrinho Teixeira é que quem anda nesta altura a estudar hipóteses de percurso académico considere o reconhecimento internacional que a instituição de Bragança tem.
Para os alunos portugueses, o momento da escolha no 12.º ano aproxima-se. Os resultados da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário são divulgados no dia 13 de julho. Seis dias depois começa a 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior. Os estudantes podem candidatar-se até 8 de agosto.
Os resultados serão conhecidos a 11 de Setembro, mas para os que queiram ingressar num curso de uma universidade ou politécnico há mais duas oportunidades: a 2.ª fase, que vai de 11 a 22 de Setembro, e a 3.ª, que se estende de 4 a 9 de outubro.
Olhando para os rankings internacionais, há um grupo de seis instituições com lugar cativo em todas as principais listas: as universidades de Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro, Minho e Nova de Lisboa.
A estas juntam-se outras instituições com uma presença mais esporádica, como o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, a Universidade da Beira Interior, o Instituto Politécnico de Bragança e a Universidade Católica, que é a única instituição particular que aparece habitualmente nos rankings internacionais — em particular na área de gestão de negócios.
O cenário tem, de resto, vindo a melhorar em particular nos dois últimos anos. Por exemplo, as universidades de Aveiro e do Minho entraram no ranking de Xangai no ano passado e na última edição da lista Quacquarelli Symonds (feita por uma companhia britânica), publicada no início deste mês.
Também a Universidade da Beira Interior e o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa surgiram na nova edição do ranking de universidades jovens publicado, em Abril, pelo Times Higher Education.
“Tem havido uma grande melhoria”, assinala João Caetano. As principais universidades nacionais tomaram a opção de se assumirem como “universidades globais” e para isso “passaram a jogar com as regras globais”, analisa o investigador da Universidade Aberta. Por isso, e apesar de todas as dificuldades financeiras pelas quais passaram, houve “uma grande preocupação em corrigir os seus problemas”. Os rankings também refletem isso.

Publicado em: “Público”

Três instituições de ensino portuguesas entre as 50 melhores do mundo nas suas áreas científicas

Universidades de Lisboa e Porto e o Politécnico de Bragança no topo do ranking de Xangai por disciplinas. Engenharia Naval do Instituto Superior Técnico é a terceira melhor do mundo.
A Engenharia Naval do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa é a terceira melhor do mundo e há outras cinco áreas científicas em que as instituições de ensino superior nacional estão no Top 50. O ranking de Xangai, o mais antigo e prestigiado do mundo, divulgou na madrugada desta quarta-feira a sua lista especializada por disciplinas que conta com uma forte representação nacional. São 138 cursos de 14 instituições de ensino superior entre os melhores classificados de cada especialidade.
Portugal tem representantes em 37 das 52 disciplinas avaliadas pelo ranking de Xangai nestas listas especializadas. A Universidade de Lisboa é a que tem melhor prestação acumulando 21 lideranças a nível nacional. Seguem-se a Universidade do Porto, que é a melhor portuguesa em cinco áreas, e a de Aveiro, em destaque em quatro áreas científicas.
A fusão entre a Clássica e a Técnica, que deu origem à Universidade de Lisboa, há três anos tornou a instituição “mais abrangente”, defende o reitor António Cruz Serra, o que ajuda a ter uma representação transversal nas várias disciplinas que são aliadas pelo ranking de Xangai, já que havia áreas nas quais as instituições de origem eram já as melhores nacionais nesta lista.
Há outras áreas em que a união resultou num resultado mais positivo, como é o caso da disciplina de recursos hidrográficos, em que a Universidade de Lisboa é a 18.ª do mundo, para isso contribuindo especialidade de Hidrologia do Instituto Superior Técnico e Biologia Marinha da Faculdade de Ciências.
É também da Universidade de Lisboa a disciplina em que Portugal consegue o melhor resultado neste ranking, é na área de Engenharia Marítima, na qual fica em 3.º lugar a nível mundial fruto do trabalho feito na Engenharia Naval do Instituto Superior Técnico. Esta universidade é também a melhor nacional nas áreas de detecção remota (8.º) e na engenharia civil (43.º), uma lista em que Portugal consegue ter seis representantes.

PÚBLICO -
Ao todo, há 14 instituições de ensino superior nacionais nas listas especializadas do ranking de Xangai. Destas, 12 são universidades públicas. De resto, entre as universidades, apenas a da Madeira não consegue entrar em pelo menos uma destas listas dos 500 melhores do mundo em cada área.
O Instituto Politécnico de Bragança é a única instituição politécnica listada. No sector privado, só a Universidade Católica cumpre os critérios do ranking chinês. Ambas as instituições aparecem na lista de Ciência e Tecnologia Alimentar. “É uma das áreas mais fortes do instituto e não me surpreende que esteja entre as melhores do mundo”, comenta o presidente do Politécnico de Bragança, João Sobrinho Teixeira.
“Temos feito um grande investimento no Centro de Investigação de Montanha, em ligação com o território da região e isso está a dar frutos”, valoriza o mesmo responsável. A instituição já tinha estado em destaque no ranking de Leiden, publicado no mês passado, e agora junta-se às universidades de Lisboa e Porto como uma das três instituições
A área de Ciência e Tecnologia Alimentar é a área em que Portugal mais se destaca ao conseguir colocar nove instituições entre as 500 melhores do mundo. O Porto é o melhor classificado nacional nesta disciplina, com a 11.ª posição a nível global. Também o Politécnico de Bragança (50.º) está entre os 50 melhores. Seguem-se a Universidade de Lisboa, no intervalo entre os lugares 51 e 75, a Universidade do Minho (76-100) e as universidades Católica, Nova de Lisboa e de Aveiro (101-150). Entram também na lista desta área a Universidade de Coimbra e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, que estão entre o 201.º e o 300.º lugar.
A segunda área com mais representantes portugueses no ranking de Xangai está também relacionada com comida. É nas Ciências Agrárias, na qual Portugal tem sete representantes. Lidera, a nível nacional, a Universidade de Lisboa (no intervalo 51-75), seguindo-se a Universidade do Porto (151-200). As universidades Nova de Lisboa, do Algarve, de Aveiro e de Coimbra estão todas entre o 301º e o 400º lugar. No último intervalo (401-500) surge a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Publicado em: “Público”

Mais informação em: “Jornal Nordeste”

Estas são as 8 melhores universidades portuguesas segundo o ranking financiado pela Comissão Europeia

Pelo terceiro ano consecutivo a Universidade NOVA de Lisboa é a primeira colocada no U-Multirank 2017, ranking global que também avalia o nível das universidades portuguesas. A instituição obteve a classificação máxima em 6 indicadores avaliados na categoria A (“Very Good”). Este ranking é financiado pela Comissão Europeia.
Este estudo avaliou o desempenho de mais 1300 instituições de ensino superior, de 90 países diferentes, através de 16 indicadores, agrupados em 5 grandes áreas: ensino e aprendizagem, investigação, transferência de conhecimento, orientação para internacionalização e envolvimento regional. A ordenação das instituições é feita conforme o número de classificações com a pontuação máxima.
Fizemos uma análise às 28 instituições de ensino superior portuguesas que constam no ranking, e te deixamos aqui o Top8, referindo o número de pontuações máximas “A” que cada obteve nas respectivas categorias:

Pelo quarto ano consecutivo, o IPB é considerado o melhor Instituto Politécnico em Portugal

A quarta edição do ranking internacional U-Multirank   volta a considerar o Instituto Politécnico de Bragança como o melhor Instituto Politécnico em Portugal.
O U-Multirank é um ranking promovido e financiado pela União Europeia, tendo a edição de2017 avaliado e seriado cerca de 1500 Instituições de Ensino Superior de 99 países de todo o mundo. De acordo com a metodologia do ranking, as instituições são avaliadas através de 35indicadores, agrupados em cinco áreas de intervenção: ensino, investigação, transferência de conhecimento, internacionalização e envolvimento regional. O ranking das instituições é estabelecido de acordo com o número de classificações com a pontuação máxima (categoria A) nos 35 indicadores avaliados.
O Instituto Politécnico de Bragança ocupa, desde o início do ranking U-Multirank e pelo quarto ano consecutivo, a primeira posição entre todos os Institutos Politécnicos em Portugal, tendo obtido, em 2017, a terceira posição a nível nacional.
As pontuações máximas obtidas são o resultado da experiência acumulada e comprovada do IPB, nomeadamente, no impacto e excelência da sua produção científica e investigação aplicada, na mobilidade internacional de estudantes e no envolvimento com a sua Região.
No campo da investigação, o IPB é a única instituição de ensino superior portuguesa a apresentar a classificação máxima “A” nos itens “Citation rate” (que mede o número médio de citações às publicações científicas da instituição) e “Top cited publications” (que mede a proporção das publicações científicas da instituição no grupo das 10% de publicações mais citadas em cada área em todo mundo).
Estes resultados confirmam a excelência do impacto da investigação efetuada no IPB, a qual tem merecido igual destaque no Scimago Institutions Rankings .

Publicado em: “Notícias do Nordeste”