IPB distinguido com o Prémio Exportador de Ciência

Os mais de oito milhões de downloads efectuados na Biblioteca Digital do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) contribuíram para a distinção de que foi alvo aquele serviço, com a atribuição do Prémio Exportador de Ciência, no âmbito das comemorações dos 10 anos do RCAAP -Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal, realizadas na passada segunda-feira, na Universidade de Coimbra. Trata-se de um galardão que reflete o número de downloads efetuados, a partir de origens externas, no repositório científico daquela biblioteca. Nas comemorações esteve Clarisse Pais,
Gestora da Biblioteca Digital do IPB, que participou no painel “Estórias da História do RCAAP”, que deu conta do sucesso que o repositório científico do IPB produz na comunidade internacional. Com vários milhões de downloads, sobretudo a partir de países como os Estados Unidos, Brasil e China, com quem o Politécnico mantém protocolos de cooperação. O IPB tem atualmente 92% da produção científica em acesso aberto no seu repositório.
“Uma estratégia de livre acesso às empresas e à sociedade em geral, que potencia a inovação e a ciência”, refere o instituto numa nota de imprensa.
Também a professora Isabel Ferreira, responsável do Centro de Investigação de Montanha, deu o seu testemunho no painel dedicado ao tema “A visão dos utilizadores” com uma intervenção centrada nas vantagens do acesso aberto.
Na opinião desta investigadora o acesso aberto “aumenta o reconhecimento e o impacto social e económico, gerando, desta forma, mais inovação em produtos, processos e serviços”. No entender de Isabel Ferreira “a disponibilização livre de artigos científicos, comunicações, relatórios técnicos, teses e documentos de trabalho tem aumentado a eficiência da investigação, uma vez que evita a replicação de estudos e o desperdício de
recursos.” O RCAAP tem como missão a promoção da adoção do movimento de Acesso Aberto em Portugal.

Publicado por: Mensageiro de Bragança

Três investigadoras do Centro de Investigação de Montanha fazem parte da lista mais citada a nível mundial

O IPB tem mais uma investigadora na lista de investigadores mais citados a nível internacional. A Isabel Ferreira, Lilian Barros junta-se Letícia Estevinho.
Isabel Ferreira, é nomeada pela quarta vez nesta lista. A engenheira bioquímica e também directora do Centro de Investigação de Montanha há cerca de dois anos, salienta que manter-se nesta lista é um desafio constante.
“É o reconhecimento de muito trabalho que tem sido feito desde há vários anos. Para um cientista é muito importante quando partilhamos os nossos resultados com a comunidade científica e que o nosso trabalho seja considerado pelos nossos pares e sobretudo seja recomendado. A primeira vez que fui reconhecida há 4 anos, o impacto foi enorme, hoje em dia fico muito feliz porque consigo manter-me nesta lista, uma vez que o investimento em ciência, em termos mundiais vai aumentado e cada vez mais há mais talentos que vão surgindo em todo o mundo”, destacou Isabel Ferreira.
Isabel Ferreira foi nomeada em duas áreas científicas diferentes, nas ciências agro-alimentares e em toxicologia.
Lilian Barros é outra das nomeadas neste ranking mundial. A primeira aluna de doutoramento de Isabel Ferreira, refere que este é o reconhecimento do trabalho desenvolvido.
“É uma validação do nosso trabalho que estamos a fazer ao longo do tempo. Quer dizer que estamos a ser reconhecidos a nível mundial. Os nossos trabalhos estão a ser utilizados por outros investigadores para fazerem trabalhos nesta aérea. Isto é muito importante porque valida todo o trabalho científico”, disse Lilian Barros.
Letícia Estevinho foi outra das contempladas. A investigadora em microbiologia e em biotecnologia destaca que a sua investigação em hidromel foi inovadora: “esta distinção é muito boa, do ponto de vista pessoal e profissional. Acho que somos inovadoras em produção de hidromel e tem contribuído muito para serem muito citadas porque a produção estava a ser feita de uma forma empírica, e agora começou a ser feita de uma forma mais rigorosa e científica. Considero que fomos nós os inovadores”.
Na lista de investigadores mais citados, a nível internacional figuram 14 portugueses.
Este ranking mundial, com base no número de citações por artigos publicados nos últimos dez anos, reconhece os investigadores mais influentes do mundo. A lista foi divulgada pela Clarivate Analytcs e foram seleccionados cerca de 6 mil investigadores de várias partes do mundo.

Publicado por: “Rádio Brigantia”

Todos convidados para as Rotas Científicas para uma Integração Intercultural

Pelo segundo ano o Centro Ciência Viva de Bragança está a implementar o projeto “Rotas Científicas para uma Integração Intercultural” desenvolvido em parceria com o Instituto Politécnico, que tem como objetivo geral o envolvimento e a integração da comunidade de jovens estudantes estrangeiros, nomeadamente os alunos em Erasmus e os que vêm dos países de Língua e Expressão Portuguesa. A iniciativa, que quer integrar através da Ciência e da Tecnologia, tem cinco vagas reservadas para os habitantes de Bragança que são convidados a participar. “Isto é que é a verdadeira integração. Os alunos contactarem com a sociedade local e real, com as pessoas que trabalham nas escolas, museus, em empresas, etc.”, explicou Ivone Fachada, diretora executiva do Centro de Ciência Viva de Bragança, à margem da sessão inaugural, que teve lugar na passada quarta-feira, 25. Os alunos vão participar em vários workshops de diferentes temas, dinamizados com investigadores ou especialistas, podem rodar por todos os definidos, nomeadamente Ilha da Ciência e Tecnologia, Ilha da Interculturalidade e Ilha do Empreendedorismo. “Achamos que só faz sentido assim, se cada um participar nas várias ilhas. Ganhar as ferramentas e competências para depois tentar desenvolver algum tipo de negócio na Ilha do Empreendedorismo, que é a última a ser realizada e tentar implementar algum produto”, descreveu. O objetivo é que após o regresso aos seus países de origem possam replicar o que aprenderam. O projeto foi implementado pela primeira vez no ano passado tendo “corrido muito bem”, destacou Irene Fachada. Foram envolvidos um universo de 400 alunos, foram realizadas 20 sessões, com 20 participantes em média. “Alguns dos alunos que participaram nas Rotas no ano passado já regressaram aos seus países e estão a tentar implementar algumas das ferramentas que levaram aqui”, sublinhou Paula Vaz, docente e investigadora da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança, deu conta que se procura criar “um processo de integração que passe por facilitar que os alunos percebam os nossos costumes, a nossa forma de ser, os nossos valores e a nossa cultura e em simultâneo nós (comunidade) percebermos melhor a sua forma de estar e a sua cultura”. É desta forma, segundo a docente, que “se pode falar de um processo de verdadeira integração”.
Na comunidade dos alunos do IPB que tem vindo estudar para Bragança não são conhecidos problemas ao nível da integração, todavia Paula Vaz considera que “por vezes os alunos se restringem aos seus círculos e nós não queremos que fiquem fechados com eles próprios, trazendo-os para nós”.

Publicado por: “Mensageiro de Bragança”

Ministro do Ensino Superior promete ajudar o IPB com a questão dos vistos “mas lembra que há regras”

O ministro do ensino superior compromete-se a ajudar o Instituto Politécnico de Bragança a ultrapassar as dificuldades na aprovação dos vistos de estudantes estrangeiros que querem estudar na instituição, mas recorda que há regras que têm de ser cumpridas num processo que é complexo e envolve vários ministérios. Manuel Heitor disse ontem em Bragança que está a trabalhar junta das instituições responsáveis para que colaborem no processo.
“Obviamente que temos tentado ajudar que as embaixadas e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) facilitem a vinda de estudantes para Portugal, todos queremos esse objectivo. Mas todos sabemos que há regras. Há movimentos e muitos esquemas de imigração que, até às vezes, ultrapassam os limites da legalidade e, por isso, são processos complexos que têm as suas próprias regras”, referiu.
O ministro garante que valoriza a relação do IPB com os países lusófonos e mostra-se sensível a esta questão.
Manuel Heitor diz que não conhece as razões das dificuldades em conseguir a aprovação de autorização de residências, mas fala em maior cuidado de averiguação de requisitos dos candidatos a vistos.
Segundo o jornal PÚBLICO, que cita dados fornecidos pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, o politécnico de Bragança recebeu um total de 650 pedidos de visto de estudantes de todas as nacionalidades. Para alunos de Cabo Verde foram até ao momento aprovados 30.

Publicado por: “Rádio Brigantia”

Mais informações em: “Diário de Trás-os-Montes”

Mais informações em: “Observador”

Centro Ciência Viva de Bragança comemorou a Noite Europeia dos Investigadores

A ciência saiu à rua com a presença de vários investigadores do IPB que participaram em várias actividades
A 29 de Setembro, come­morou-se a Noite Europeia dos Investigadores e Bragan­ça foi uma das 18 localidades que, em todo o país, aderi­ram à iniciativa. A partir das 21 horas a ciência sai à rua para uma co­memoração que aproxima o cidadão dos investigadores. Ivone Fachada, do Centro de Ciência Viva de Bragança, explica que o programa in­cluiu vários workshops cien­tíficos, atividades laborato­riais e apresentação de projetos tecnológicos inovado­res.
“O tema geral são os re­cursos naturais endógenos e nós quisemos focalizar a in­vestigação aplicada que é de­senvolvida no Instituto Po­litécnico de Bragança, pelos seus investigadores, com a realização de workshops so­bre alimentação saudável e outro sobre tomilho silvestre na cosmética tradicional, pa­ra fazer um protetor labial e uma máscara facial caseira, jogos didáticos do grupo de investigação do BioChemCo­re do centro de Investigação de Montanha, tivemos tam­bém uma parte de degusta­ção de azeite e provas comen­tadas”, descreveu a responsá­vel. Houve ainda outras atividades para todas as idades, num ambiente descontraí­do, com atuação musical da Rauss Tuna, do IPB e a cria­ção de um espaço chill out na esplanada do CCVB, com a presença da loja de cerveja artesanal Hops N’ Beer. Ao longo da noite foi ainda pos­sível vera uma mostra digi­tal de fotografias e vídeos de paisagens naturais, da auto­ria do fotógrafo Pedro Rego.
Os curiosos dos 8 aos 80 puderam participar, no Centro de Ciência Viva de Bra­gança, nestas e noutras ini­ciativas para pôr as mãos na massa, a oportunidade de conversar com investigado­res, nomeadamente sobre a área das energias renováveis, sobre soluções inovadoras, entre elas um projeto na ca­sa da seda que vai ser a ins­talação de uma pico-hídrica no sentido de a tornar numa estrutura autossustentável e descobrir desafios que o fu­turo reserva.
O grande objetivo foi proporcionar, no Centro de Ciência Viva, um convívio informal com os investigado­res do Instituto Politécnico de Bragança, aproximando os cidadãos da comunidade científica. A Noite europeia dos investigadores é celebra da em Portugal sob a coorde­nação do consórcio FORESI­GHT, que é coordenado pela Ciência Viva – Agência Na­cional para a Cultura Cien­tífica e Tecnológica e tem co­mo parceiros o i3S – Institu­to de Investigação e Inovação em Saúde, o Instituto de Tec­nologia Química e Biológica (ITQB) e a Universidade de Coimbra.

Piblicado por: “Jornal Nordeste”

Mais notícias em: “Mensageiro de Bragança”

Municípios da CIM Terras de Trás-os-Montes não querem fazer parte do projecto Biovespa

Tudo teve início em 2014, quando a praga da vespa das galhas do castanheiro começou a preocupar os produtores de castanha em Portugal, visto que a sua propagação rápida poderia significar quebras acentuadas de produção e uma crise num dos principais sectores económicos do nordeste transmontano.
“O projeto Biovespa foi a estratégia encontrada, pela comissão técnica nacional de luta contra a vespa da galha do castanheiro, para o financiamento da luta biológica”, explica José Laranjo, presidente da RefCast- Associação Portuguesa da Castanha e Investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), sobre o projecto que inicialmente “era financiado pelo Ministério da Agricultura e pelo Instituto Politécnico de Bragança (IPB).” Contudo, a partir de 2015 e sem o financiamento inicial a comissão técnica decidiu propor uma associação aos municípios que participassem não só na comunicação entre os produtores de castanha e os dinamizadores do projecto, mas também no investimento para avançar com a luta biológica.
José Laranjo assegurou ao Jornal Nordeste que “ todos os municípios foram contactados e convidados”, fizeram-se várias reuniões “no sentido de ajustar o Biovespa à vontade dos municípios e neste momento o projecto é aquilo que também eles ajudaram a compor.” O investigador da UTAD, garante que apesar de ter 60 municípios neste projecto, nem todos eles foram afectados com algum foco da praga. “Esta é uma rede de troca de informação importantíssima sobre a praga, sobre a luta biológica e vários municípios acharam importante estar associados, para se manterem a par”, explicou ainda.
José Laranjo assegura que os municípios da Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montes (CIM TTM) “foram convidados, participaram em reuniões, foram informados, foi-lhes comunicado o programa, cada município deu o contributo que entendeu dar mas até ao momento não foi possível sensibilizar nenhum da CIM TTM a aderir ao projecto.”
Américo Pereira, presidente da CIM TTM, diz que desconhece o projecto e explica que apesar dos 60 municípios associados “pode representar apenas 20 % da castanha”, uma vez que é nos municípios da CIM que se produz “70 % da castanha a nível nacional.”
José Laranjo refere que quantos mais municípios aderirem mais força pode ter o projecto e assegura que “ o INIAV, as direcções regionais, a ANAM, ANAFRE, o IPB, a UTAD” e outras entidades fazem parte deste projecto. Entidades que segundo o presidente da RefCast “atestam a importância e valia do projecto.”
Por outro lado, Américo Pereira, assegura que o IPB não faz parte do Biovespa e que está a desenvolver um projecto juntamente com os municípios de Vinhais e Bragança, os maiores produtores de castanha, para implementar a luta biológica nos soutos afectados em ambos os concelhos.  O presidente da CIM diz que “ninguém está de costas voltadas, simplesmente estes municípios preferem trabalhar com o IPB e os outros com a UTAD, é uma questão de proximidade, uma situação perfeitamente normal.”

Publicado em: “Rádio Brigantia”

Porque a volta tem ciência

Os nossos Cientistas à Volta, no programa HÁ VOLTA da RTP1, na etapa 3 da Volta a Portugal, na cidade de Bragança.
Cientistas:
José Alberto Pereira, professor na Escola Superior Agrária na área da Produção e Tecnologia Vegetal e investigador no Centro de Investigação de Montanha (CIMO) do Instituto Politécnico de Bragança no projeto: “OliveOld”, uma investigação que recai na identificação e caraterização de oliveiras centenárias para obtenção de produtos diferenciados.
Ana Maria Carvalho, professora na Escola Superior Agrária, na área da Biologia e Biotecnologia e investigadora do Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança, onde é feito um trabalho de reconhecimento e inventariação da diversidade biológica, concretamente em plantas vasculares e macrofungos.
Bruno Navarro, Presidente do Conselho Diretivo do Côa Parque – Museu do Côa

Porque a volta tem ciência!

Publicado em: “RTP”

Bragança tem o melhor politécnico do país

Cravado no interior transmontano, emerge uma pérola do Ensino Superior português. O Instituto Politécnico de Bragança tem vindo a consolidar-se como o melhor politécnico do país. São vários os indicadores que assim o demonstram, em vários rankings internacionais. O mais relevante é o U-Multirank (www.u-multirank.eu), cuja quarta edição volta a considerar o Instituto Politécnico de Bragança como o melhor Instituto Politécnico em Portugal. O U-Multirank é um ranking promovido e financiado pela União Europeia, tendo a edição de 2017 avaliado e seriado cerca de 1500 Instituições de Ensino Superior de 99 países de todo o mundo. De acordo com a metodologia do ranking, as instituições são avaliadas através de 35 indicadores, agrupados em cinco áreas de intervenção: ensino, investigação, transferência de conhecimento, internacionalização e envolvimento regional. O ranking das instituições é estabelecido de acordo com o número de classificações com a pontuação máxima (categoria A) nos 35 indicadores avaliados. O Instituto Politécnico de Bragança ocupa, desde o início do ranking U-Multirank e pelo quarto ano consecutivo, a primeira posição entre todos os Institutos Politécnicos em Portugal, tendo obtido, em 2017, a terceira posição a nível nacional. As pontuações máximas obtidas são o resultado da experiência acumulada e comprovada do IPB, nomeadamente, no impacto e excelência da sua produção científica e investigação aplicada, na mobilidade internacional de estudantes e no envolvimento com a sua Região. No campo da investigação, o IPB é a única instituição de ensino superior portuguesa a apresentar a classificação máxima “A” nos itens “Citation rate” (que mede o número médio de citações às publicações científicas da instituição) e “Top cited publications” (que mede a proporção das publicações científicas da instituição no grupo das 10% de publicações mais citadas em cada área em todo mundo). Estes resultados confirmam a excelência do impacto da investigação efetuada no IPB, a qual tem merecido igual destaque no Scimago Institutions Rankings (www.scimagoir.com). O SCImago Research Group é um grupo de investigação que se dedica à análise e à avaliação da informação mantida em grandes bases de dados científicas (SCOPUS). O ranking SIR tem por objetivo avaliar a atividade de investigação, com impacto a nível mundial, tomando como referência as publicações científicas das instituições e o número de citações recebidas. Este novo ranking, que mede a taxa de excelência em várias áreas, elaborado por uma das mais conceituadas empresas do género, considerou o IPB a melhor instituição portuguesa de Ensino Superior em quatro áreas: Impacto Tecnológico, Excelência, Excelência com Liderança e Impacto Normalizado.
Investigação de excelência reconhecida internacionalmente
A investigação feita no Instituto Politécnico de Bragança anda pelas bocas do mundo. Outro ranking internacional, elaborado pela Thomson, veio, mais uma vez, aferir a qualidade individual dos investigadores desta instituição de ensino superior do Nordeste Transmontano. Se em 2015 cinco investigadores portugueses estavam entre os mais citados em todo o mundo, em 2016 Portugal colocou seis investigadores neste ranking, e dois deles são do IPB. Aliás, duas, pois a Isabel Ferreira juntou-se Lilian Barros, também investigadora da área alimentar.
Investigação de excelência reconhecida internacionalmente
“Isto significa que a ciência que estamos a fazer tem impacto a nível mundial, é muito lida e reconhecida pelos nossos pares”, explicava Isabel Ferreira ao Mensageiro, apontando o segredo do sucesso. “Soubemos antever onde poderia estar a ciência de maior impacto mundial e conseguimos antecipar-nos aos outros investigadores, marcar uma posição e aproveitar a oportunidade”, frisou a investigadora do centro de Investigação de Montanha.
Também na área desportiva a investigação desenvolvida no Nordeste Transmontano tem dado cartas. O departamento de Ciências do Desporto do Instituto Politécnico de Bragança integra, este ano, e pela primeira vez, o ranking de Xangai, um dos vários rankings mundiais que medem a produtividade académica.
Em Portugal, o IPB é mesmo o único politécnico a constar da lista de 300 instituições. O ShanghaiRanking’s Global Ranking of Sport Science Schools and Departments, foi divulgado recentemente pelo Center for World-Class Universities da Universidade Jiao Tong de Xangai. Esta lista congrega os trabalhos publicados nos últimos cinco anos (entre 2011 e 2016) e o número de vezes que são citados por outros investigadores.

 

Publicado em: “Mensageiro de Bragança”