Festival Brasil celebrou os alunos e a cultura brasileira

Durante três dias, entre Sexta-Feira e Domingo, a Praça Cavaleiro Ferreira, em Bragança, pintou-se de verde e amarelo. O motivo foi simples: celebrar a cultura brasileira através do Festival Brasil, uma iniciativa promovida
pela Associação de Estudantes Brasileiros do Instituto Politécnico de Bragança. Além das dezenas de estudantes
e de alguns brigantinos, ao primeiro dia desta festa também se juntou o Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca. Vindo das terras de Vera-Cruz, o aluno da instituição, Cristiano Sabatke, diz que “isto é extremamente necessário porque há cada vez mais alunos brasileiros no IPB” e que ver a sua cultura celebrada no país que escolheu para estudar “é muito bom”. Aluno da academia há já dois anos e meio, o brasileiro Ivan Costa Pinto refere que “tanto a cultura brasileira como as outras que o IPB acolhe merecem ser conhecidas e mostradas à comunidade”.

Publicado por: “Jornal Nordeste”

Bragança recebe sede nacional dos estudantes brasileiros

A cidade de Bragança foi escolhida para albergar a sede da Associação Nacional de Estudantes e Pesquisadores Brasileiros, num edifício emblemático de Bragança, localizado no Largo do Principal, onde funciona também a Liga dos Combatentes. A inauguração aconteceu ontem e juntou representantes de diversas instituições de ensino superior. “Esta associação nasce da necessidade de vincular todos os brasileiros. Foi através da associação dos estudantes brasileiros que já existe no IPB que se deu este passo. Descobrimos que existem núcleos em diversas universidades”, explicou Higor Cerqueira, o presidente desta associação, que estuda no Politécnico de Bragança. Uma das primeiras medidas passa por “centralizar as informações a respeito de como estudar fora”. “Um aluno brasileiro não tem uma plataforma como Sede foi inaugurada ontem Bragança recebe sede nacional dos estudantes brasileiros as informações básicas. Queremos integrar estes núcleos espalhados. O nosso maior desafio é centralizar, descentralizando. Precisamos de centralizar as informações. Estamos gratos à Câmara de Bragança, que ofereceu um espaço no coração da cidade”, explicou. Higor Cerqueira considera que este é um passo “muito importante para a cidade”. “Por
exemplo, as atividades que organizamos, como aulas de funk, de forró, de capoeira, são abertas à comunidade. Na próxima semana teremos o festival Brasil, na praça Cavaleiro Ferreira, onde se pode assistir a concertos, ouvir música brasileira. A cidade receber-nos de braços abertos é muito importante para nós. Vim por seis meses e encantei-me. Tenho vontade de ficar mais”, sublinha. Atualmente, em todo o país, existem sete núcleos, que agora se reúnem nesta associação.

Publicado por: “Mensageiro de Bragança”

Associação Nacional de Estudantes Brasileiros vai ter sede em Bragança

A associação nacional de estudantes brasileiros vai ter sede em Bragança. A ideia partiu dos estudantes de todo o país, quando vieram em visita a Bragança no ano passado e consideraram esta capital de distrito a ideal para sedear o projecto.
“A cidade de Bragança é especial não só para nós que vivemos aqui, mas para os que vieram de outras cidades e adoraram”, explica Marcelo Fagundes, presidente da associação de estudantes brasileiros do IPB e que vai presidir também a associação nacional.
O objectivo da associação é que sirva para facilitar na integração dos estudantes em Portugal, e o intercâmbio entre as cidades nacionais, para que os alunos possam conhecer várias regiões de Portugal.
As relações entre Portugal e o Brasil acontecem desde sempre nas mais diversas áreas e o ensino é uma delas, a facilidade de comunicação devido à partilha da mesma língua é muitas vezes um factor decisivo quando os estudantes de ambos os lados do atlântico escolhem outro país para estudar.
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) recebe anualmente centenas de alunos estrangeiros e só do Brasil, o IPB acolhe neste momento cerca de 200 estudantes.

Publicado em: “Rádio Brigantia”

Mais informação em: “Jornal Nordeste”

Notas do Enem poderão ser usadas para ingresso no Instituto de Bragança

Instituição portuguesa oferece 42 cursos de graduação; essa é a 20ª universidade lusitana a utilizar notas do Enem para seleção.

Notas do Enem poderão ser usadas para ingresso ao Instituto de Bragança Segundo o presidente do IPB, José Sobrinho Teixeira, as mensalidades custam 1.090 euros anuais, valor dividido em dez prestaçõestilizar notas do Enem para seleção.

Estudantes brasileiros poderão cursar a graduação no Instituto Politécnico de Bragança (IPB), em Portugal, usando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Um convênio entre a instituição portuguesa e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) foi assinado na última quinta-feira (6). O IPB passa, agora, a ser a 20ª instituição de ensino superior de Portugal a utilizar o Enem como forma de seleção. A instituição pública oferece 42 cursos de graduação e 33 cursos de mestrado, sendo alguns lecionados nas línguas portuguesa e inglesa. Com longo histórico de internacionalização, o IPB conta com cerca de 200 brasileiros matriculados. Segundo o presidente do IPB, José Sobrinho Teixeira, as mensalidades custam 1.090 euros anuais, valor dividido em dez prestações. “Hoje, um estudante brasileiro gastaria cerca de 350 euros mensais para viver em Bragança, incluindo mensalidade, moradia e alimentação”, adiantou. O instituto tem cinco escolas, quatro em Bragança e uma em Mirandela, na divisa com a Espanha, e foi recentemente avaliado pela Associação das Universidades Europeias como uma das três melhores politécnicas de Portugal. O Inep prepara uma visita técnica ao país, ainda em 2017.

Publicado em: “Portal Brasil”

IPB tem o primeiro mestrado em Agricultura Tropical do País

O Instituto Politécnico de Bragança tem o único mestrado em agricultura tropical do país.
O mestrado vai começar a funcionar no segundo semestre deste ano lectivo, que começa no próximo dia 16. O presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, explica que o curso foi criado a pensar nos alunos vindos dos países africanos mas também nos estudantes portugueses que vêem neste mestrado uma oportunidade de emprego. “Temos alunos de países africanos como S. Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Angola e Moçambique. Temos também alunos portugueses que vêem neste mestrado uma possibilidade de aumentar a sua empregabilidade, para além daquilo que é a realidade nacional.
Em Março, esperamos lançar este projecto em Moçambique e há um projecto também para o ministrar em S. Tomé. Há uma perspectiva de exportação do próprio mestrado e deste conhecimento”, sublinha o presidente da instituição.
Sobrinho Teixeira salienta a investigação que tem sido feita nesta área no Instituto Politécnico de Bragança, o que tornou possível a aprovação deste mestrado pela Agência de Avaliação e Acreditação. “A única instituição nacional que, até à data, foi capaz de apresentar uma investigação de relevo nessa área foi o IPB. Nesse aspecto estamos satisfeitos, estamos a cumprir essa missão. Nós somos uma terra de agricultura, sustentável e baseada nos nossos produtos tradicionais mas, há muito conhecimento básico em comum, no que diz respeito à agricultura, que podemos ampliá-lo e exportá-lo através deste mestrado”, frisa Sobrinho Teixeira.
O mestrado vai começar a funcionar com todas as vagas preenchidas. O objectivo é que o IPB possa ministrar o curso noutros países.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Bragança recebe 1200 alunos estrangeiros

Sociedade das nações
Chegam da China, do Peru, da Síria ou do Senegal. O Instituto Politécnico de Bragança apostou forte na captação de alunos estrangeiros – este ano receberá l 200, de 25 países diferentes

 Descontraído, de andar gingão, Hebert Camilo responde com um sorriso à admiração de Olga Padrão, secretária da direção do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), por andar de chinelos de enfiar o dedo num dia chuvoso e frio. Além do acentuado sotaque de Minas Gerais, o jovem de 21 anos, chegado em setembro ao nordeste transmontano, veio equipado com roupa leve, pouco apropriada para o rigoroso inverno que se aproxima. «Tem problema, não», garante.
Apesar das dificuldades com o termóstato, o jovem estudante do 3.° ano de Engenharia Agronómica está a adorar a experiência portuguesa. De tal forma que, dois meses após a chegada a Bragança, já começou a tratar das burocracias para prolongar a estadia inicialmente prevista para um semestre, mas que ele agora quer estender a dois. «A cidade é pequena mas recebe bem a ‘gente’ e estou gostando muito da experiência. O Instituto está bem equipado e as aulas são muito interessantes», adianta, em jeito de justificação. Hebert chegou a Bragança ao abrigo de um protocolo com o Instituto Federal do Norte de Minas Gerais. No seu caso, o programa de intercâmbio prevê que o IPB se responsabilize pelo alojamento e refeições, enquanto a sua universidade de origem lhe assegurou as passagens aéreas e uma bolsa de três mil euros por semestre.
O jovem mineiro é apenas um dos 650 alunos estrangeiros – num universo de cerca de seis mil estudantes – que atualmente frequentam o IPB. Números que pecam ainda por defeito uma vez que há muitos inscritos ainda à espera de visto para fixar residência em Trás-os-Montes – os casos mais complicados têm sido os de alunos provenientes de países africanos que foram afetados pela epidemia de ébola, como a Libéria e a Serra Leoa, o que fez complicar as burocracias. Além disso, tal como sucedeu em anos anteriores, e a avaliar pelas inscrições já efetuadas e os processos em fase de aceitação, é de esperar que no segundo semestre o número de alunos chegue aos 1200 (mais 300 que no ano passado). Números impressionantes, numa cidade com pouco mais de 23 mil habitantes e onde, segundo um estudo recente encomendado pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, o peso desta instituição na economia local é superior a 11 por cento do Produto Interno Bruto – o valor mais elevado do País.

Bragança lidera o ‘ranking’ dos politécnicos e cobra as propinas mais baixas do País
O IPB está atualmente no ranking das dez melhores instituições de ensino superior a nível nacional – o primeiro entre os politécnicos – e, em boa medida, isso também contribui para facilitar a captação de alunos através de convénios com instituições espalhadas pelo mundo fora. Além dos que chegam ao abrigo do programa Erasmus, provenientes da União Europeia, o maior contingente vem de paragens tão diversas como o Turquemenistão, China, Timor-Leste, Paquistão, Síria, México ou Peru, só para referir alguns dos mais distantes dos 25 países ali representados. Para o sucesso dessas «formas pró-ativas ou menos ortodoxas», na expressão do vice-presidente Luís Pais, contribuem ainda as propinas mais baixas (755 euros, para estudantes de licenciatura nacionais, e 1100, para os internacionais) e o facto de haver já vários cursos lecionados exclusivamente em inglês.

Hospitalidade transmontana

Exemplo sólido de uma integração feliz é o de Auro dos Santos. O cabo-verdiano, de 24 anos, chegou a Bragança em 2009 e diz que se sente em casa, «tal como todos os alunos africanos», os maiores contribuintes da larga comunidade estrangeira do IPB. A Associação de Estudantes Africanos representa peno de 400 alunos, a maioria deles de Cabo Verde, mas também muitos são-tomenses e angolanos. Sentindo-se em casa, já criaram uma equipa de futebol que alinha nos distritais de Bragança, uma equipa de futsal feminina, um grupo de dança, um conjunto musical (AfroBanda) e, para breve, prometem um grupo de teatro. Além disso, explica Auro, que preside à associação, «ajudamos muitos alunos a tratar de toda a burocracia para aqui chegar». A terminar o mestrado em Tecnologia Biomédica, depois de ter completado a licenciatura, vê aproximar-se a passos largos a hora de regressar a Cabo Verde e já começa a sentir saudades. «A minha adaptação foi cinco estrelas, nunca tive problemas e, se é verdade que quero ajudar ao desenvolvimento do meu país, também é certo que Bragança vai ficar sempre no meu coração.»
Tal como Auro dos Santos, também os habitantes da cidade se afeiçoaram e habituaram já à presença dos alunos estrangeiros. A chegada de sangue-novo estava a fazer falta, para dinamizar o comércio da cidade. Aos 75 anos, Vitalino Miranda e a mulher, Maria de Lurdes, mantêm a pequena mercearia, com quase meio século, de portas abertas, apenas porque funciona no rés-do-chão da sua casa e não pagam renda. «O centro histórico hoje está quase deserto. Levaram daqui os serviços e as pessoas começaram também a sair porque as casas estão velhas… e as que foram arranjadas têm rendas muito caras», considera Vitalino. Hoje, são os jovens da renovada residência universitária os poucos clientes que têm. «Nós queremos é vê-los cá, e que levem umas comprinhas. Mas a gente sabe que eles também não trazem dinheiro à larga e são muito regrados. Perguntam sempre pelo preço antes de levar alguma coisa… não é verdade?», atira. para Alexandre Ximenes, um jovem timorense de 19 anos, mais fluente em inglês do que em português, que consente com um sorriso envergonhado. Acabou de chegar a Bragança, para iniciar a licenciatura em Engenharia Informática, com uma bolsa de estudo concedida pelo Institut of Business de Díli, com quem o IPB tem uma parceria, e também ele está fascinado com a cidade. «As pessoas são muito simpáticas», arrisca, num português razoável, ao lado de Peltier Aguiar, um angolano de 26 anos, estudante de Agroecologia e que vive com ele na residencial Domus. É o africano que hoje faz de cicerone, acompanhando o timorense às compras. «Quando precisamos de alguma coisa vimos aqui à mercearia ou então vamos à loja do senhor Valdemar. Mesmo que tenha a porta fechada, basta tocar à campainha que ele atende-nos a qualquer hora», explica.
Gil Gonçalves, um dos atarefados elementos do Gabinete de Relações Internacionais, encarregue dos processos burocráticos dos alunos estrangeiros, não se mostra surpreendido com a boa reação dos habitantes. «Somos transmontanos, é a nossa forma de ser. Aqui, primeiro mandamos entrar; só depois perguntamos quem é.»

Publicado em ‘Visão’ nº1133, 20 a 26 novembro 2014.

IPB aumentou o número de novos alunos

O Instituto Politécnico de Bragança aumentou o número de novos alunos em cerca de 25 por cento, em relação ao ano lectivo passado.
Os cerca de 2400 novos alunos que já ingressaram no IPB foram ontem recebidos oficialmente pela instituição, numa sessão de boas vindas. O presidente do IPB não esconde a satisfação deste crescimento, numa altura em que houve um decréscimo de alunos a nível nacional.“Crescemos a nível do sistema nacional de acesso e dos outros regimes. O país teve um ligeiro decréscimo, o IPB conseguiu crescer quase 25 por cento, o que nos deixa muito satisfeitos”, sublinha Sobrinho Teixeira.
A comunidade de alunos internacionais é cada vez mais representativa. Mais do que preencher vagas de cursos que não tiveram alunos nacionais interessados, Sobrinho Teixeira destaca o espírito de convívio entre as várias culturas, que considera que deve ser visto como um exemplo. “Temos representados países de todos os continentes, quase 40 países representados. O IPB, a cidade e a região, estão de parabéns. É esta capacidade que nós temos mostrado, de que há uma grande tolerância pela diferença e de que na diferença somos todos iguais, e é uma lição de civilidade que estamos a dar ao país”, considera o responsável.
O IPB espera este ano ultrapassar os 1200 alunos internacionais, sendo que alguns ainda não chegaram. Do Ceará veio Jayne Morais que está a gostar da cidade, do Instituto Politécnico e sobretudo das praxes. “Lá não temos esse costume, são só brincadeiras educativas mas que não duram mais de uma semana. Aqui é mais cultural e competitivo entre as escolas, é interessante”, considera a estudante. Já Fabio Hordini veio da região de Andalucia, em Espanha. Após ter pesquisado sobre várias cidades do país, escolheu Bragança pela proximidade com Espanha e pelas condições que proporciona aos estudantes. “Fiz uma pesquisa de vários locais em Portugal e gostei de Bragança porque é bastante bonita, tem cerca de 30 mil habitantes, dos quais cerca de 8 mil estudantes, por isso tem muita vida e gostei deste tipo de cidade”, conta o jovem.
O presidente da Associação Académica do IPB, Ricardo Pinto acredita que a melhor forma de dar as boas vindas aos novos alunos continua a ser através das praxes, e frisa que em Bragança sempre tiveram como principal objectivo a integração.“ Nós achamos que a praxe que é praticada ao longo dos anos em Bragança é uma praxe de integração, por isso decidimos não mudar nada porque já praticávamos uma boa praxe”, realça o representante dos estudantes.
O IPB deu as boas vindas, ontem aos novos alunos do primeiro ano das licenciaturas, dos Cursos de Especialização Tecnológica e aos alunos internacionais.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Duplo diploma para cursos de engenharia do IPB

Os alunos de Engenharia Civil do Instituto Politécnico de Bragança vão poder ter um duplo diploma, podendo formar-se também em Engenharia de Minas.
O presidente do IPB revela que vão assinar brevemente um protocolo com a Universidade de Léon, em Espanha, que permitirá aos alunos frequentar esta universidade e obter uma dupla formação.“A Universidade de Léon não tem Engenharia Civil e o Instituto Politécnico não tem Engenharia de Minas. Tem-se falado muito sobre um novo ressurgimento da actividade mineira na região, parece-nos que será um grande esforço para o IPB conseguir gerar, por si só, o curso nessa área com alguma qualidade.
Com este protocolo os alunos podem obter um duplo diploma”, revela Sobrinho Teixeira. Recentemente, o IPB assinou também um protocolo com a Universidade do Paraná, no Brasil, que permite o intercâmbio de alunos de vários cursos de engenharia e a obtenção de um diploma que permite o exercício da profissão no Brasil.
Sobrinho Teixeira acredita que estes protocolos podem traduzir-se num aumento da taxa de empregabilidade para os alunos dos cursos de engenharia.“Estamos também a constituir, não só para o mercado brasileiro mas também para o mercado espanhol, nacional e da lusofonia, uma maior abrangência em termos de empregabilidade para os diplomados do IPB”, considera o presidente da instituição.
Os primeiros alunos brasileiros que vão usufruir deste protocolo vão chegar ao IPB em Março do próximo ano. Já o protocolo com a Universidade de Léon deverá entrar em vigor a partir do próximo ano lectivo.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Politécnico de Bragança abre portas do Brasil aos estudantes portugueses

O Politécnico de Bragança está a preparar um protocolo com a Universidade Federal Tecnológica do Paraná, um estado com dez milhões de pessoas, que vai permitir a mobilidade de alunos portugueses e facilitar a sua entrada no mercado de trabalho da América do Sul.
“É um estado dos mais desenvolvidos, com o qual o IPB estabeleceu um protocolo, em Engenharia Alimentar, Eletrotécnica, Informática, Química, em que, através de um processo de mobilidade, aos alunos do IPB, podem fazer um processo de mobilidade para o Brasil, no mínimo de um ano, e quando retornam irão ser portadores de uma licenciatura ou mestrado europeu, mas também um diploma de graduação brasileira que lhe irá permitir fazer todos os atos de engenharia no Brasil”, explicou. Desta forma, ultrapassam-se algumas “resistências” da Ordem dos Engenheiros no Brasil.
No próximo ano deverá estar a funcionar, também, um protocolo com a Universidade de León, em Espanha, que permite aos estudantes de Engenharia Civil do Politécnico de Bragança aceder a um diploma em engenharia de minas e aos espanhóis acederem a Engenharia Civil.

Publicado em ‘Mensageiro‘.

Instituto Politécnico oferece espaço para alunos de diferentes religiões

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) criou um espaço para alunos de diferentes religiões poderem fazer as suas orações, divulgou hoje a instituição de ensino superior com cerca de 900 estudantes estrangeiros.
O local despido de símbolos religiosos está aberto a todos os crentes “em horário a combinar entre as diferentes comunidades religiosas”, como refere, numa nota enviada às redações, o padre Calado Rodrigues, responsável pelam capelania do IPB.
O novo espaço surge no âmbito da aposta do politécnico de Bragança na internalização dos seus alunos, que no último ano eram já cerca de 900 entre os sete mil estudantes e “com tendência a aumentar”, segundo ainda o responsável.
Os alunos estrangeiros são “de diferentes latitudes culturais e religiosas” e “agora podem utilizar este espaço” de oração.
Este lugar aberto a todas as religiões surge numa altura em que o IPB recebe, entre 02 e 30 de outubro, uma pequena fraternidade provisória da comunidade de Taizé, uma comunidade ecuménica Cristã, batizada com o nome da região francesa onde foi criada.
A capelania do IPB e o Secretariado Diocesano da Juventude acedeu ao desafio da Comunidade Taizé e durante um mês acolhem três jovens alemãs, que viverão no campus do politécnico.
O seu dia, como explica o capelão do IPB, Calado Rodrigues, “será ritmado por três orações comunitárias diárias e durante a manhã desenvolverão atividades sociais no Centro Social e Paroquial de Santo Condestável”, na cidade de Bragança.
No resto do dia desenvolverão outras iniciativas de caráter pastoral e social, nomeadamente, reunirão com alunos das escolas do IPB e de escolas secundárias do distrito para apresentar a comunidade de Taizé e motivar à participação em encontros nessa comunidade.
O convite será dirigido em especial para o encontro que decorrerá entre 9 e 16 de agosto, na sede da comunidade, em França, em que se celebrarão os 100 anos do nascimento do fundador, frei Roger, e os 70 anos de existência desta experiência ecuménica.

Publicado em ‘Notícias ao Minuto‘.