IPB espera atrair mais alunos do litoral com programa de bolsas

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) é a segunda instituição de ensino superior à qual foram atribuídas o maior número de bolsas do programa Mais Superior.
O presidente do IPB espera que estes apoios atribuídos pelo segundo ano pela tutela contribuam para o aumento de alunos na instituição de ensino.
Os candidatos ao ensino superior residentes nos grandes centros que escolherem o IPB para estudar, terão disponíveis 100 bolsas no valor de 1500 euros. No entanto, Sobrinho Teixeira acredita que no ano anterior este apoio não se traduziu em mais candidatos e tem a expectativa de que em 2015/2016 os efeitos sejam mais visíveis. “No ano transacto não se traduziram num aumento de número de candidatos, porque foram atribuídas quando os candidatos já estavam no interior das instituições e para cursos que têm grande procura”, sustenta o responsável da instituição de ensino. O responsável defende ainda que estas bolsas possam ser acompanhadas de uma maior publicidade, que ajude a promover as instituições de ensino no interior. “Era importante fazer uma divulgação deste tipo de bolsas durante todo o ano e mostrar aos alunos a qualidade das instituições de ensino superior o interior”, refere Num ano em que as vagas do ensino superior diminuíram, no IPB os lugares mantém-se em quase todos os cursos. A excepção foi o de gestão em horário pós-laboral, que tem menos 18 vagas, devido à escassa procura. Trata-se de uma licenciatura que não teve, no último ano, candidatos nas três fases de concurso nacional de acesso.
O IPB disponibiliza 1825 vagas para este ano lectivo, distribuídas por 41 cursos nas 4 escolas superiores.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Presidente do Conselho dos Institutos Politécnicos preocupado com cortes no ensino superior

No dia do IPB, que assinalou os 32 anos da instituição, decorreu a tomada de posse do presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos. Joaquim Mourato, presidente do Instituto Politécnico de Portalegre iniciou assim o segundo mandato à frente deste órgão. O professor mostrou-se preocupado com os cortes no financiamento do ensino superior, que este ano vão ser mais acentuados do que em 2014.
“Em 2015 temos um corte em adicional relativamente a 2014 e em 2014 tivemos um corte adicional em relação ao ano anterior. Estamos a falar de uma sucessão de anos com cortes. É evidente que se, em 2014, as instituições tiveram dificuldade para honrar os seus compromissos, algumas tiveram que utilizar saldos que dispunham de anos anteriores, outras tiveram de fazer reforços adicionais, é evidente que com mais um corte, este ano vai ser pior. Vamos ter situações complicadas para honrar os compromissos assumidos”, frisa o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos. Joaquim Mourato defendeu ainda a necessidade de repensar o programa “+ Superior”, criado para atrair estudantes do litoral para o interior . O responsável considera essencial mudar a época de lançamento do programa e perceber quais os cursos que precisam de mais alunos. “Este programa foi aplicado, essencialmente, a estudantes que já estavam nas instituições e não atraindo novos estudantes. É por isso que dizemos que ainda não foi suficientemente eficaz. A nossa proposta é lançar o programa na primavera, para os estudantes interessados conhecerem o programa a tempo e poderem tomar a sua decisão e perguntar às instituições quais os cursos em que se pretende a vinda desses estudantes. Porque, com base na classificação do secundário mais elevada, evidentemente que os alunos vão ser colocados nos cursos que, à partida, já estão cheios”, sublinha o professor. Em Bragança, 109 alunos estudam no Instituto Politécnico através do programa + Superior, que se traduz numa bolsa de cerca de mil euros por ano, de forma a garantir o pagamento das propinas.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Mais apoios aos estudantes do Interior do país

O secretário de Estado do Ensino Superior, José Gomes Ferreira, assinou um despacho que aprova o regulamento do programa + Superior, uma iniciativa que tem como objetivo atrair candidatos para 11 Instituições de Ensino Superior de regiões do país com menor pressão demográfica, atribuindo uma bolsa de mobilidade de 1500 euros anuais a um máximo de mil alunos. O IPB e a UTAD estão contempladas. Poderão ser candidatos ao programa + Superior todos os estudantes inscritos no Ensino Superior, na sequência de uma colocação na 1.ª, na 2.ª ou na 3.ª fase do Concurso Nacional. Decorre até 10 de outubro.

Publicado em ‘MdB‘.

Saiba onde são as bolsas de 1.500 euros do programa +Superior

As vagas do programa de bolsas +Superior foram divulgadas este sábado pelo Ministério da Educação e Ciência. Trás-os-Montes, Bragança e Viana do Castelo têm 300 bolsas de 1500 euros por atribuir.
Já são conhecidas as 12 instituições do Ensino Superior que estão abrangidas pelo programa de bolsas +Superior. O maior número de vagas disponível está na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e nos Politécnicos de Bragança e Viana do Castelo, com 100 bolsas por atribuir em cada um dos estabelecimentos.
Além destas, as “bolsas de mobilidade”, de 1.500 euros anuais, também pretendem levar alunos para as universidades da Beira Interior, Évora, e para os Politécnicos de Beja, Castelo Branco, Guarda, Portalegre, Santarém, Tomar e Viseu.
Em comunicado divulgado este sábado, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) anunciou que já foi assinado o despacho que regulamenta o programa +Superior, a iniciativa que visa atrair candidatos a instituições de ensino superior de “regiões do país com menor pressão demográfica”.
Esta “bolsa de mobilidade” de 1.500 euros anuais, a atribuir a um máximo de mil alunos, pretende contribuir para “a coesão territorial e para a fixação de jovens qualificados no interior do país”.
Podem ser candidatos ao programa +Superior todos os estudantes inscritos no ensino superior, na sequência de uma colocação na 1.ª, 2.ª ou 3.ª fases do concurso nacional de acesso, num ciclo de estudos de uma das 12 instituições selecionadas.
Podem ser portugueses ou de outro estado membro da União Europeia e com residência habitual em Portugal, mas não podem ser provenientes de nenhum concelho do interior do país.
Ficam assim excluídos os oriundos dos concelhos das seguintes NUTS (Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos): Cova da Beira, Alentejo Central, Douro, Baixo Alentejo, Alto Trás-os-Montes, Beira Interior Sul, Beira Interior Norte, Serra da Estrela, Alto Alentejo, Lezíria do Tejo, Médio Tejo, Minho-Lima e Dão Lafões.
Os candidatos têm um mês para formalizar a candidatura, 10 de setembro e 10 de outubro, que deve ser realizada pela Internet através da página da Direção-geral do Ensino Superior.

Publicado em ‘Observador‘.

Governo cria bolsa para estudantes que escolham o Interior

Os estudantes que escolherem uma Universidade ou Politécnico do Interior para tirar um curso superior vão receber uma bolsa de mobilidade.
O presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Sobrinho Teixeira, acredita que esta é uma boa medida para as instituições de ensino. “Sem dúvida que vai ajudar a fixar mais estudantes e a atrair ou outros que nunca tinham pensado no Interior como opção”, realça Sobrinho Teixeira.
O presidente da Associação Académica do IPB, Ricardo Pinto, acredita que a partir de agora haverá mais alunos a escolher o Interior. “Não tenho dúvidas que um jovem de uma cidade populosa, que não tenha aí o curso que quer, vai pensar duas vezes se não deve concorrer para o Interior, graças a este incentivo”, salienta o representante dos estudantes.
Este incentivo à captação de alunos para instituições no interior faz parte do Programa + Superior, que está a ser discutido pelo Ministério da Educação e Ciência.
Os politécnicos esperam que o programa entre em vigor já no próximo ano lectivo.

Publicado em ‘Jornal Nordeste‘.