Praxe Solidária no IPB pretende recolher alimentos não perecíveis

Como já vem sendo tradição, a Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária de Bragança realiza a Recolha de Alimentos não perecíveis em conjunto com os novos alunos, bem como o resto da comunidade estudantil agrária. Esta atividade está marcada para o dia 27 de Novembro e integra a designada Praxe Solidária de 2017.

A Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária vai realizar-se uma recolha de alimentos não perecíveis, no dia 27 de Novembro, das 09h as 21h nos hipermercados Pingo Doce, Intermaché, Delícias e Mini-preço. A iniciativa resulta duma conjugação de esforços dos alunos desta escola do Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
A ideia despontou numa reflexão entre alunos que se predispuseram a desenvolver tarefas com o fim de incrementar acções no sentido de prestar um serviço para além de cívico, acima de tudo humanitário.
A Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária do IPB já desenvolveu acções semelhantes em anos anteriores, “estas acções foram pautadas por um enorme êxito e constituíram um alicerce que a Associação de Estudantes mostra orgulho e pretende perpetuar“, refere fonte da organização.
Os estudantes dizem fundamentar a iniciativa no facto de “existir cada vez mais a necessidade de inter-ajuda e com este simples e singelo gesto tenta a Associação de Estudante e os Alunos da Escola Superior Agrária, contribuir um pouco para melhorara a vida do próximo“.
Os produtos recolhidos com esta ação solidária reverterão para instituições de apoio social da cidade de Bragança.

Publicado por: “Notícias do Nordeste”

Semana Académica é uma festa para a região

Os estudantes lançam um repto à população de Bragança para que participe na Semana Académica, entre 24 e 30 de abril, uma iniciativa que se pretende seja de toda a região. “É uma festa para todos”, referiu Ricardo Pinto, presidente da Associação Académica do Instituto Politécnico de Bragança. Este ano o desfile realiza-se ao domingo e os alunos apelam aos transmontanos para irem para a rua assistir. “Esperemos que a gente da cidade apareça”, disse o estudante. O evento da responsabilidade da Associação Académica propõe uma série de concertos no pavilhão do Nerba-Associação Empresarial, com alguns em franca ascensão no panorama musical nacional, como Matias Damásio, Piruka, HNB, Masticksoul, Souls of Fire e Ana Malhoa. “São os nomes do momento. A Ana Malhoa também era pedida há muito tempo e esperamos que seja um arraial em grande. A nossa ideia é não repetir os artistas nas Semanas Académicas que vamos realizando. Esperamos que não só os estudantes do IPB mas também os do secundário adiram”, acrescentou o líder estudantil. Os DJ convidados são estudantes, nomeadamente Sérgio Miranda, Tiago Melo, Nerike, André Menezes; bem como as várias bandas secundárias, como os Linha da Frente, Os Muchachos, 100 Ensaio, Ecletik. O orçamento ainda não está fechado mas deverá rondar os 80 a 100 mil euros, “pago pela bilheteira”. Todavia, a grande aposta este ano vai para as tunas, com exibições diárias antes dos concertos, para criar “um bocadinho” de academia. “Temos uma tuna por dia. São as tunas que abrem os concertos principais e assim também se divulga o seu trabalho porque há mais gente. Já fizemos essa experiência na Semana do Caloiro e correu bem. Esperamos que desta vez também seja assim”, explicou Ricardo Pinto.

Publicado em: “Mensageiro”

Aluna do IPB assistida na urgência depois de praxe


Caloira teve ataque de pânico depois de tribunal de praxe. Colegas garantem que situação era recorrente e que rapariga aderiu a praxe voluntariamente
Uma aluna do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) foi assistida na urgência do Hospital de Bragança depois de ter participado na praxe na noite de quinta para sexta-feira da passada semana.
De acordo com uma denúncia por escrito dirigida ao IPB, a que o Jornal Nordeste teve acesso, a caloira na instituição foi assistida, cerca das duas da manhã devido a situação de stress que lhe provocou um ataque de pânico.
Nessa noite, realizou-se a designada praxe suja, que encerra o período de praxe, em que é habitual que os alunos sejam sujos com ovos, farinha ou farelos. Há também relatos de actividades como flexões e abdominais, idas a discotecas até horas tardias e o incentivo ao consumo de álcool em excesso.
O presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, garante que ouviu os alunos e que a estudante visada afirmou que “estava numa situação de praxe e que participou de forma voluntária”, até porque há o preceito de que quem sofrer de alguma situação de asma ou ansiedade ou outra doença não deve aderir a algumas partes da praxe.
“Ela relatou-me que quis aderir, mas sentiu-se indisposta e foi com colegas e um familiar ao hospital para a avaliar o estado. Ela estava um pouco ansiosa, o que parece que já é recorrente e nesse caso nem deveria ter aderido à praxe”, sublinha Sobrinho Teixeira.
A própria aluna terá afirmado que não quer formalizar nenhuma queixa.
Praxe reduzida
O docente frisa que “tem sido feito um caminho muito positivo na questão da praxe”, que foi “diminuída em quase 50 por cento do tempo” e entende que seria contraproducente a simples proibição. “Seria simples decretar que dentro do instituto não há praxe. Essa é a forma mais cínica de encarar o processo, porque depois perde-se o controlo e a ligação com o aluno e entretanto passam a casos de polícia, como outros relatados”, argumenta o responsável, considerando que é necessário levar os alunos a integrarem-se no IPB fazendo coisas positivas. “É um percurso que está a ser feito, é questionável a situação, que tem tradição e tem de se levar a que diminua”, refere.
Já o presidente da Associação Académica do IPB, Ricardo Pinto, refere que foi alertado para a situação e que acompanhou a jovem às urgências, referindo também que ela participou voluntariamente nas praxes. “O que se passou não foi nada de mais, tanto se podia ter passado na praxe como em outra ocasião, foi uma coincidência”, afirmou para garantir que se tratou de uma praxe normal.
Ricardo Pinto garante que não conhece casos de praxe abusiva e que tenham resultado em doença, salienta que “nenhum aluno participa na praxe obrigado”, que a associação académica “sabe que as praxes são seguras e tenta controlá-las” e reforça que essa prática “sempre foi um modo de integração e se os estudantes não fossem tão bem recebidos, a cidade perdia a vida que tem sem estudantes”.

Publicado em:  “Jornal Nordeste”

Praxe solidária da Escola Superior Agrária é lufada de ar fresco em tempo de crise

Ultrapassar os 1500 quilos de géneros angariados é o objetivo da Praxe Solidária da Escola Superior Agrária, que vai já na nona edição.
Na segunda-feira, cerca de trinta caloiros dividiram-se em grupos para andar de porta em porta e em estabelecimentos comerciais a angariar alimentos, que depois entrrgam a instituições do concelho. Este ano, o lar de Salsas será um dos contemplados.
“É uma praxa diferente. Fazemos um porta a porta. Quem quiser ajudar-nos, pode. Durante a tarde estivemos em grandes superfícies comerciais e o que angariarmos vamos distribuir por algumas instituições da cidade e pelo lar de Salsas”, explicou Ricardo Cordeiro, presidente da Associação de Estudantes, que considera a recetividade “fantástica”, tanto de alunos como daqueles a quem se bate à porta. Foi o caso de Hermínia Sousa. “Acho muito bem. É uma maneira que têm de ajudar o próximo e não andarem a fazer asneiras. Ao menos fazem alguma coisa de útil”, atira, depois de já ter entregado um pacote de massa para ajudar à causa.
Ricardo Cordeiro frisa que esta praxe “assenta em três parâmetros: união, respeito e solidariedade”. “Aplica-se a solidariedade entre todos os caloiros mas também com o que mais necessitam”, conclui

Publicado em ‘Mensageiro‘.

Estudantes de Bragança fazem da praxe solidariedade porta a porta

Há nove anos que praxe é sinónimo de solidariedade para os estudantes de Bragança que, como aconteceu hoje, saem em grupos pelas ruas da cidade e porta a porta pedem para as instituições poderem ajudar quem mais precisa.
A Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária é a mais pequena do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), mas foi a pioneira a acrescentar à boémia associada aos estudantes um gesto a favor da comunidade local que todos os anos reúne cerca de uma tonelada de alimentos para os mais carenciados.
Ver “os novos da escola a mendigar” é ainda motivo de interrogação para alguns habitantes da cidade, como José Luís, visitado hoje por um dos grupos de caloiros agraciados pela esposa Maria da Graça com um contributo em mercearia para a coleta que o presidente da associação espera ultrapasse este ano 1,5 toneladas.
“É uma causa nobre”, considerou Maria da Graça abordada, pela primeira vez, pelos estudantes, ao contrário de Hermínia Sousa, para quem dar para esta iniciativa “já é um uso”.
Hermínia “acha muito bem” o peditório, pois entende que “sempre é melhor isto do que andarem a fazer asneiras”.
“Ao menos fazem alguma coisa de útil, porque eles são terríveis”, brincou com o grupo que a Lusa acompanhou hoje, num bairro junto ao campus académico.
Esta Praxe Solidária é voluntária e não faltaram aderentes como Gustavo Vaz, que entrou no curso de Engenharia Zootécnica e achou “uma boa ideia” quando lhe falaram na iniciativa.
Confessa que lhe “mete um pouco e confusão andar de porta a porta”, mas como “o país está a atravessar uma crise, é bom ajudar as pessoas que precisam”.
Nem sempre lhe abrem a porta e nem sempre dão porque, como constatou outra caloira, Maria Ribeiro “há sempre pessoas que dizem que também passam mal”.
Ainda assim, o presidente da Associação de Estudante, Ricardo Cordeiro, garantiu que “a recetividade é fantástica e, sempre que podem, as pessoas contribuem”.
A praxe solidária decorreu durante o dia de hoje, no porta a porta e também em superfícies comerciais de Bragança.
Segue-se a contagem, peso, a divisão para as instituições e finalmente a entrega, que deverá acontecer dentro de duas semanas.
Em cada ano, são contempladas instituições sociais diferentes e selecionadas com a ajuda do capelão do IPB, como explicou o dirigente académico.
A praxe desta escola superior de Bragança assenta em três pilares: união respeito e solidariedade, sendo que a solidariedade é entre estudantes e, no início do ano letivo, para com quem mais necessita.

Publicado em ‘Diário Digital‘.

Estudantes do IPB aderem à “Praxe Solidária” pelo 9º ano consecutivo

A semana dedicada aos novos estudantes do IPB começou com a nona edição da praxe solidária, que decorreu ontem em Bragança, organizada pela Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária.
O presidente desta associação, Ricardo Cordeiro, não quer deixar perder este hábito por considerar importante incutir o espírito de solidariedade nos novos alunos, promovendo a sua integração. “É uma praxe importante porque faz com os caloiros sejam solidários e é importante que não se deixe perder este espírito. Temos três palavras de ordem na nossa praxe: respeito, solidariedade e união”, frisa o estudante.
Os caloiros mostraram-se entusiasmados com esta praxe que decorreu nas principais artérias e superfícies comerciais de Bragança. “Acho que é uma excelente iniciativa para conhecermos as pessoas da cidade. Aqui a praxe é sinónimo de integração e os colegas são como uma segunda família. Para mim está a ser um contributo muito positivo”, contou ao Jornal NORDESTE, que veio do Porto para estudar enfermagem veterinária.
Este ano as instituições contempladas com alimentos são a ASCUDT, o Centro Paroquial Santos Mártires, a Obra Kolping, o Centro Social S. Pedro e o Lar de Salsas. As contas ainda não estão feitas mas a organização espera ter angariado cerca de uma tonelada e meia de alimentos. As instituições contempladas este ano são a ASCUDT, o Centro Paroquial Santos Mártires, a Obra Kolping, o Centro Social S. Pedro de Sarracenos e o Lar de Salsas.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Já começou a “Semana de Recepção ao Caloiro” de Bragança

Já começou a “Semana de Recepção ao Caloiro” do Instituto Politécnico de Bragança. Associação Académica tinha mostrado a sua preocupação com o espaço ocupado pela estrutura onde decorre o megajulgamento das cartas de condução, referindo mesmo que a festa dos estudantes poderia não se realizar no pavilhão do Nerba. No entanto, a Associação Empresarial do Distrito de Bragança mostrou-se disponível para colaborar com os estudantes e os concertos continuam a realizar-se neste pavilhão.
O espaço ocupado pela estrutura do julgamento é de 450 metros quadrados e foi agora reduzido para 350.O cartaz prolonga-se até ao próximo sábado. O presidente da Associação Académica do IPB, Ricardo Pinto, salienta que a escolha dos artistas reflecte os gostos dos caloiros. “À semelhança, do ano anterior, os caloiros puderam escolher os artistas que queriam ver nos concertos, através de um inquérito que preencheram no acto da matrícula. Este ano a Associação conseguiu responder às expectativas dos caloiros, trazendo as bandas que eles mais pediram, o que nos deixa satisfeitos”, salienta o representante dos estudantes. Da escolha dos estudantes fazem parte nomes como Frankie Chaves, que actua amanhã, Jimmy P na quinta-feira, Diogo Piçarra que sobe ao palco na sexta e Agir que encerra a festa no sábado.A pulseira de acesso a todos os concertos custa 29 euros. O bilhete diário varia entre os 5 e os 14 euros.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.