Sobrinho Teixeira agraciado com doutoramento Honoris Causa por universidade brasileira

O presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Sobrinho Teixeira, recebeu o Doutoramento Honoris Causa pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Na sessão solene, a 23 de março, foram entregues quatro títulos académicos a personalidades de destaque para aquela instituição de ensino brasileira. Na cerimónia, o pró-reitor de Graduação e conselheiro da Universidade, Luís Maurício Resende, afirmou que “a grandeza da alma, a coragem de enfrentar o incerto e o espírito empreendedor do professor João Alberto Sobrinho Teixeira tornaram possível, num breve período de tempo, que as duas instituições seguissem não como parceiras, mas como irmãs, amigas. Comprometidas com o sucesso e conquistas uma da outra”, lê-se na página da internet da UTFPR.
Sobrinho Teixeira realçou que a homenagem também representa um relacionamento institucional do IPB. “Quando faço coisas, faço porque acredito nelas, porque acho que é uma missão. Na vida, temos muito mais retorno se fazemos coisas porque achamos que são importantes para aquilo que acreditamos do que se pensarmos só em nós”, disse ainda o representante do IPB. Atualmente, o IPB e a UTFPR contam com 27 acordos de dupla-diplomação.

Publicado por: “Jornal Nordeste”

Câmaras trabalham com o IPB e o Centro Nacional de Competências

No Nordeste Transmontano, as Câmaras de Bragança e Vinhais estão a fazer um trabalho de articulação com o Instituto Politécnico e com o Centro Nacional de Competências de Frutos Secos, sediado no Brigantia Ecopark. “Estamos a fazer um trabalho de monitorização daquilo que verdadeiramente está a acontecer no terreno”, frisou Hernâni Dias, presidente da Câmara de Bragança.
“Neste momento, o IPB e o centro nacional de competências também têm candidaturas feitas para se poder combater esta praga. Estamos a falar de candidaturas que permitem a aquisição de meios de combate à vespa das galhas do castanheiro e também a possibilidade de se fazerem largadas do tal parasitoide que elimina a vespa”, revelou, ao Mensageiro. “Sabemos bem o quão importante é a castanha e o castanheiro na economia local, sabemos o que representa para a economia familiar, porque uma boa parte das pessoas do nosso concelho e da região tem na castanha a sua principal fonte de rendimento. Queremos trabalhar com o IPB, que é uma instituição de ensino superior da nossa terra, tem conhecimento, tem o levantamento feito, tem trabalho muito bom nesta matéria e temos também o centro nacional de competências dos frutos secos que trabalha diretamente com o IPB, e que faz também hoje já algum trabalho de largadas em zonas mais complicadas. Temos a indicação que, neste momento, a densidade da vespa não é muito intensa, o que não permite ainda a largada do parasitóide, sob pena de se estar a desperdiçar dinheiro”, explicou o autarca.

Publicado em: “Mensageiro de Bragança”

IPB assina protocolos de colaboração com Timor e Argentina

São já 65 os países com quem o Instituto Politécnico de Bragança tem protocolos nas áreas da formação e da mobilidade de alunos, professores e docentes.
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) e o Instituto Politécnico de Betano, em Timor, assinaram, na sexta-feira, um protocolo de colaboração, que inclui a mobilidade de alunos, docentes e funcionários das duas instituições.
A ligação entre dois estabelecimentos de ensino já vem de longe, mas só agora foi oficializada e protocolada.
A colaboração refere-se a dois cursos nas áreas da produção animal, construção civil, agronomia e mecânica para o intercâmbio de alunos, docentes e funcionários, e a realização de mestrados.
“Este protocolo tem três termos aditivos que prevêem, desde logo, o intercâmbio de alunos. Nós podemos receber alunos, em regime de mobilidade idêntico ao programa de Erasmus, do Politécnico de Betano e os nossos também podem ir para Timor, com condições asseguradas em termos de alojamento e alimentação. A mesma coisa para os docentes e funcionários. Perspectiva-se ainda a vinda de professores de Betano, que vão obter, em Bragança, formação a nível dos nossos mestrados”, explicou Sobrinho Teixeira, presidente do IPB.
O protocolo com Timor estende-se ao turismo através da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela governo de Timor vai avançar com uma escola de turismo, em Lospalos, e o Politécnico de Bragança vai ajudar na formação neste sector.
Num país em que o desenvolvimento económico depende muito da produção de petróleo, Abel Ximenes considera que o turismo é uma aposta fundamental.
“Este sector é muito importante, não só para colocar produtos de Timor em qualquer parte do mundo, mas também para recebermos visitas
de todo o mundo. Queremos trabalhar para não estarmos tão dependentes do petróleo”, disse o vice-ministro da educação de Timor.
Na escolha do IPB como parceiro na área da formação em turismo pesou, segundo Abel Ximenes, a “qualidade de trabalho do IPB, a liderança do instituto, os resultados na formação e a relação com parceiros internacionais”
Entretanto, o IPB acertou mais duas parcerias internacionais, uma com a Universidade do Pará, no Brasil, e outra com a Universidade Tecnológica Nacional da Argentina. Estes protocolos são fruto da cotação do politécnico nos rankings de instituições de ensino. “O IPB é uma bandeira a nível nacional e tudo o que aparece nos rankings está a dar fruto. Quatro vezes consecutivas como melhor politécnico e este ano estar entre as três melhores instituições a nível nacional acaba por ter repercussões”, afirmou o presidente do IPB.
Depois das assinaturas dos protocolos com Timor e Argentina sobe para 65 o número de países com quem o IPB tem parcerias.

Publicado em: “Jornal Nordeste”

Empresários querem Escola de Negócios em Bragança

Inovação Empresarial e Escola de Negócios foram os temas discutidos no Laboratório de Participação Pública, que decorreu, ontem, no Núcleo Empresarial Bragança (NERBA).
Esta é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior em colaboração com o Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes CIM – TTM e a Agência Nacional Ciência Viva.
Desta conferência saiu uma equipa de trabalhos que se encarregará de apresentar um projecto para que nasça uma Escola de Negócios em Bragança, pois, essa foi a vontade demonstrada pelos empresários que marcaram presença na iniciativa.
Uma empresária de lares de terceira idade, Cristiana do Nascimento, aponta algumas necessidades sentidas que essa escola poderia vir a colmatar. “Faz todo o sentido. Da teoria à prática vai uma grande distância. Antes de ser empresária tinha a teoria, e, quando me deparei com a prática senti várias dificuldades. Esta escola faria todo o sentido para ajudar os empresários a ultrapassar as dificuldades com que se deparam”, considera.
A criação da Escola de Negócios é uma ideia também defendida pelo Secretário de Estado da Administração Interna e brigantino, Jorge Gomes, que assume todo o apoio governamental que esteja ao seu alcance. “Eu vim aqui por quatro razões. Primeiro porque fui convidado pelo IPB, segundo porque vim por vontade própria, terceiro porque a minha veia é empresarial e quarto porque o que vai ser discutido é uma ideia que defendo há muito tempo. Quero contribuir para que essa ideia se possa desenvolver. Mas, eu vim com mais uma intenção. Quero ouvir algo que seja importante para junto do Governo poder ajudar a minha terra, que é Bragança”, assume o governante.
O presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, avança que não será uma escola no sentido próprio mas sim um conceito que congregue todas as entidades que possam dar o seu contributo para formar e preparar empresários e futuros empresários. “O conceito que nós temos, aqui, é algo que é aglutinador das diversas valências que possam existir na região. Será um conceito mais evoluído e que tem como referência o modelo do Norte da Europa”, explica Sobrinho Teixeira.
O presidente da CIM das Terras de Trás-os-Montes, Américo Pereira, considera fundamental “a formação continua para a vida”. É algo que está contratualizado em termos de apoios monetários com a União Europeia e é algo que o Governo está a fazer muito bem através de várias instituições. Mas, há uma parte da formação sénior, vocacionada para os empresários que, de facto, na nossa região constitui uma carência. São exactamente aquelas pessoas, hoje em dia, que quanto mais conhecimento ”, Os Laboratórios de Participação Pública terminam em Agosto deste ano e nessa altura já estará definido o conceito de Escola de Negócios para Bragança.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Tracção Animal vista como método alternativo e complementar em trabalhos agrícolas

O uso de animais em trabalhos agrícolas e florestais está a despertar cada vez mais interesse. Pelo segundo ano, a Associação Portuguesa de Tracção Animal (APTRAN) organizou um curso avançado de Gestão Agro-Florestal com tracção animal, e as inscrições esgotaram. João Rodrigues, o presidente da associação considera que esta formação, pouco comum em Portugal, é bastante valorizada e a gestão com recurso a animais cada vez mais procurada. “Há cada vez mais pessoas a utilizar este recurso. A APTRAN organiza muitas actividades ao longo do ano, este curso foi aprovado pelo conselho científico do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) tem créditos ECTS, e tem tido muita procura porque cada vez mais há gente a preocupar-se com a redução do impacto da actividade agrícola e florestal. Pelo segundo ano esgotamos as inscrições do curso”, afirma. O curso pretende dar a conhecer as potencialidades do uso de equídeos de tracção num contexto moderno, mostrando as vantagens que pode oferecer, nomeadamente, no uso em terrenos como hortas, vinhas ou na gestão florestal. João Rodrigues entende que ao uso de animais pode ter vantagens na criação de modelos de desenvolvimento sustentável, por ser um método alternativo mas também complementar. “A utilização de animais é vista como uma alternativa, mas também como complementaridade”, frisa. Os participantes viajaram até Bragança de várias partes do país. A maioria tem já animais e pretende utilizá-los para ajudar no cultivo. Miguel Lemos, de Barcelos, é produtor de leite de vaca e, perante a crise do sector, pondera “fazer uma conversão na sua exploração para produção biológica usando tracção animal”. Apesar da mecanização agrícola, o uso da tracção animal ainda encontra entusiastas e ganha novos adeptos por todo o país.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.

Protocolo entre o IPB e o INIAV vai permitir potenciar a investigação na área agroalimentar

O Instituo Politécnico de Bragança (IPB) e o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) assinaram um protocolo de cooperação em matérias como o ensino e projectos de investigação nacional e internacional.
As intenções do acordo passam por potenciar a capacidade de investigação, e contribuir para o aumento da competitividade e rentabilidade das culturas. De acordo com o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, vão ser criadas sinergias entre as duas entidades para valorizar o sector agroalimentar da região. “Com o protocolo, seleccionamos áreas onde o INIAV e o IPB têm investigadores de referência, e que têm a ver com toda a problemática que existe no sector primário na região, vamos poder encontrar sinergias e troca de experiências na área da investigação”, explica o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira.
O presidente do INIAV, Nuno Canada, explica que foram escolhidas áreas de intervenção em matérias consideradas cruciais para a região. “Na prática o protocolo vai permitir que duas instituições de referência na área do agro-alimentar trabalhem em conjunto para valorizar os produtos da região de Trás-os-Montes. Em conjunto, vamos trabalhar no sentido de promover o aumento de competitividade e a rentabilidade dos agricultores que trabalham nestas várias áreas”, salientou o presidente do INIAV, Nuno Canada.
O protocolo terá ainda como resultado prático o incremento da capacidade instalada em matéria de pesquisa e inovação científica. O protocolo entrou já em vigor e espera-se que comece a ter efeitos práticos já a partir do mês de Abril.

Publicado em ‘Rádio Brigantia‘.